sexta-feira, 13 de outubro de 2006

Criança... um potencial em acção!

Ao criarmos o projecto "Interact - quadros interactivos na sala de aula", não só estaríamos a criar uma grande oportunidade a vários professores de desenvolverem projectos com auxílio das tecnologias nas várias disciplinas, como poderíamos desenvolver o gosto pelo "ir mais longe" na utilização de novas metodologias de aprendizagem.
Ora, muitos têm sido, desde o início da sua implementação, os testemunhos positivos dos alunos e dos professores. Situações de aprendizagem complexas para os alunos tornaram-se mais claras e simplificadas com o auxílio dos conteúdos originais interactivos criados pelos professores!
No vídeo abaixo (44 segundos), precedido de um texto da educadora desta criança, poderemos observar uma situação que nos deixa a pensar profundamente sobre as capacidades das crianças em tenra idade... Que estratégias, metodologias desenvolver e aplicar para estimular a criatividade dos nossos alunos?

"... é inquestionável que a abordagem de ensino deve fornecer aos aprendentes
experiências de aprendizagem concretas e contextualmente significativas
que incentivem a construção dos seus próprios modelos, conceitos, estratégias."

Moreira & Pedro (2006)
DidaktosOnline: Teoria da Flexibilidade Cognitiva e Ensino Baseado em Casos, Universidade de Aveiro


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"O contacto e a manipulação de materiais diversificados expõem a criança a determinados desafios em que ela age com espontaneidade.

De facto, digno de registo tornou-se uma criança de tenra idade, quando ocasionalmente lhe deram para as mãos uma pen ("caneta”) e a expuseram perante um quadro interactivo. É de salientar que essa criança está inserida num grupo de crianças de faixas etárias diferentes (3, 4, 5 anos). Três dessas crianças, de 4 anos de idade, no ano anterior, tinham participado no Projecto Interact e, como tal, proporcionaram aos amigos uma “apresentação à sua maneira”.

Depois das informações dadas, eis que surge a fase experimental onde crianças ”curiosas” individualmente iriam revelar as suas potenciais aptidões.

Perante o que até ali era impensável, eis que uma criança de três anos, aparentemente confiante, regista a sua figura humana ao mesmo tempo que faz questão de descrever oralmente o que faz, numa linguagem pouco acessível.

É sem dúvida uma lição de vida profissional…

uma criança é, sem dúvida, um potencial em acção.

A Educadora de Infância
Maria Fernanda Alves
Jardim de Infância de Macinhata (Vale de Cambra)
Ano lectivo 2006/07





segunda-feira, 2 de outubro de 2006

“Tempo de investimento…tempo de crescimento…”

Como Educadora de Infância utilizadora do Q.I., no Jardim de Infância da Praça, quero agradecer à APEECEP, o modo como sentiu a importância deste equipamento, ou seja, a sua importância na promoção de uma educação mais completa, ao abrir novas janelas para a aquisição por parte da criança de um conhecimento mais alargado e mais criativo. Também para mim, como profissional da educação, muito mudou na minha postura face às novas tecnologias. A Educação Pré-escolar é o único nível de educação que não usufrui de computador no seu ambiente de trabalho. Torna-se assim mais difícil para a Educadora aceder a uma prática assídua e deste modo potenciadora de maior conhecimento da sua utilização e potencialidades.
Para terminar, afirmo que o investimento feito a partir de Fevereiro de 2005, revelou-se um tempo de crescimento não só para as crianças, mas igualmente para mim como profissional. Vou ficar à espera de mais um Q.I. na segunda sala da Pré-primária…

Manuela Maia

Projecto Interact referenciado no eLearningEuropa.info

Um PORTAL acerca da utilização
das tecnologias de informação e comunicação
para melhorar a aprendizagem

sexta-feira, 29 de setembro de 2006

Escola–Comunidade: uma parceria interessante

O Centro Educativo da Praça, Macieira de Cambra decidiu, de há uns tempos a esta parte cortar relações com a rotina e apostar numa forma de estar inovadora e conducente a uma escola de excelência. Em algumas salas, quer da Escola, quer do Jardim de Infância, o velho quadro negro foi trocado por quadros brancos, não estáticos, mas com vida, onde o aluno não se limita a escrever, mas trabalha interactivamente os conteúdos apresentados.

Para que isto seja possível, é necessário que Professores e Educadores de Infância ultrapassem os seus limites, se esqueçam do relógio e vivam, até ao último momento, para um projecto que, de facto, me parece a grande aposta do futuro. Construir aulas atractivas, à justa medida dos alunos da turma, motivando-os para aprender, para a construção dos seus próprios conhecimentos, para o prazer de estar na escola (há dias diziam-me os meus alunos: - “Professor, não queremos ir ao recreio, queremos ficar aqui no quadro!”) é, na realidade, caminhar para um ensino de excelência.

Mas a excelência não está só na tecnologia, mas também na abertura da Escola à Comunidade. E isso vê-se no nosso Centro Educativo. É com a Associação de Pais e Encarregados de Educação (legítimos representantes da Comunidade) que construímos o nosso projecto. É apresentando-lhes as nossas ideias, discutindo e aceitando as deles, que se gera uma envolvência e uma dinâmica com efeito de bola de neve. E isto vê-se no entusiasmo que a Associação de Pais põe na organização do Arraial Convívio, da tômbola e de tantas outras iniciativas. Os fundos angariados são postos ao serviço da Escola, não para gastos superficiais ou supérfluos, mas para apostar na inovação – muito recentemente a Associação de Pais apostou na compra de mais um quadro interactivo.

Na sociedade actual, a Comunidade Educativa tem que procurar ser mais activa, interveniente, dialogante, construtiva. Os Pais não podem estar contra a Escola, mas com ela. E isto sente-se na Escola do Primeiro Ciclo da Praça – Macieira de Cambra. Depois, gera-se uma onda que envolve no processo educativo a Autarquia, as Associações e outras entidades.

O resultado começa a aparecer…

O futuro fará história.

M. Pinho

Coordenador da Escola E.B.1 da Praça

Macieira de Cambra – Vale de Cambra

Escola INTERACT

quinta-feira, 28 de setembro de 2006

A colaboração dos pais é fundamental no Interact


A Associação de Pais e Encarregados de Educação do Centro Educativo da Praça registou com muito agrado neste site, no passado mês de Junho, a instalação de dois quadros interactivos na nossa escola, um numa sala de aula do 1º ciclo e outro no Jardim de Infância, e, atendendo ao excelente acolhimento que os mesmos mereceram por parte dos alunos, professores e educadoras, comprometeu-se a desenvolver esforços no sentido de aumentar o número deste tipo de equipamentos.

Após três meses, é com satisfação que podemos informar que já foi formalizada a encomenda de um novo quadro interactivo e que a nossa escola tem professores que aguardam a sua instalação com ansiedade.

Em qualquer área de trabalho, muito dificilmente se conseguem bons resultados individualmente, e só o envolvimento e colaboração de todos os grupos com ela relacionados garante a evolução positiva. Neste caso, de nada valeria o esforço desenvolvido pela Associação de Pais na angariação de fundos e aquisição de novos quadros interactivos, se não pudéssemos contar com a grande disponibilidade e dedicação dos professores e educadoras, que ocupam muitas horas do seu tempo a preparar as apresentações electrónicas das aulas, que tanto motivam e encantam os nossos filhos (uma pequena nota para referir que foram vários os pais de alunos do Jardim de Infância que, no último período de aulas do ano lectivo transacto, nos deram conta que os seus filhos ficavam tristes nos dias em que o acesso ao quadro interactivo era concedido aos seus colegas, o que comprova a atracção que o mesmo exerce sobre as crianças).

A Associação de Pais deixa aqui o seu sentido reconhecimento pelo trabalho desenvolvido pelos professores, educadoras, Agrupamento Vertical de Escolas do Búzio e Centro de Formação de Entre Paiva e Caima, e mantém o compromisso de continuar a colaborar activamente no desenvolvimento da nossa escola. Por fim, um agradecimento especial dirigido a todos os pais, familiares e amigos dos alunos da Escola da Praça, pois são a “origem” dos fundos que conseguimos recolher.


Associação de Pais e Encarregados de Educação do Centro Educativo da Praça (APEECEP)

Jardim de Infância e EB1 da Praça – Macieira de Cambra

Agrupamento Vertical de Escolas do Búzio – Vale de Cambra

segunda-feira, 25 de setembro de 2006

K.O. aos quadros negros

Um novo sistema de quadro interactivo está a revolucionar o ensino nas escolas de Vale de Cambra, Arouca e Castelo de Paiva. No lugar do tradicional quadro negro, um outro abre caminho, concretizando praticamente qualquer ideal e libertando a criatividade do professor.


Desde Fevereiro deste ano, 21 escolas, do pré-escolar ao secundário, da área geográfica do Centro de Formação do Entre Paiva e Caima têm ao seu dispor um conjunto de ferramentas para dinamizar a aula. Um computador, um quadro branco interactivo onde projectar a imagem do monitor, um projector e uma caneta a ocupar o lugar do rato são os elementos essenciais. O resto é com o software – há dois disponíveis, dependendo do grau de ensino – e com o uso que o professor lhe quiser dar. As possibilidades são infinitas. O programa reúne, se não tudo, grande parte das características dos conhecidos aplicativos de texto e imagem, mas aqui ao serviço da docência. É possível escrever com vários tipos de letra, tamanho ou cor, auxiliar-se de imagens – disponíveis na biblioteca do software ou adicionadas pelo utilizador -, trabalhar sobre vários tipos de grelhas – linhas, quadriculada, lisa ou mesmo pautas musicais -, etc. Todas as tarefas executadas naquele quadro são guardadas. A criatividade de cada um dita as regras num jogo em que as estratégias podem ser às centenas. O sistema faz-se ainda acompanhar de uma ferramenta, o ACTIVslate, que não é mais que um pequeno quadro onde o professor ou o aluno faz exactamente o mesmo, mas à distância. Desta forma, o docente pode circular pela sala e o aluno pode “ir ao quadro” sem sair da cadeira. Também sem se moverem do lugar, todos os alunos – e não só alguns, como é hábito – podem responder às perguntas do professor. Basta ser uma pergunta de resposta sim/não, verdadeiro/falso, ou escolha múltipla. Através do ACTIVote (na foto), um pequeno aparelho do tamanho de um punho fechado, cada aluno pode votar na resposta que julgar ser a correcta. O software converte as respostas dadas para percentagens e apresenta-as num gráfico ou mesmo em folha de Excel. Numa turma de 30 alunos, onde é difícil saber quem sabe e quem não sabe, este extra acaba por ser uma ajuda à avaliação do docente, uma vez que grava as respostas individuais de cada aluno. Até aquele aluno que nunca fala nem levanta o braço pode dar o seu contributo.
O ACTIVote tem-se revelado tão eficaz, que a Escola Secundária de Vale de Cambra, onde está instalado o Centro de Formação Entre Paiva e Caima, tem usado o sistema na sua própria avaliação interna junto de professores e demais funcionários.


Sucesso do equipamento depende do docente

Para além de uma concentração redobrada, José Paulo Santos garante melhores resultados. “Os miúdos hoje funcionam muito através do visual, da imagem. Ora isto com o quadro negro é impossível e não há dinamismo. Com o quadro interactivo há cor e movimento!”, explica o professor, realçando a capacidade que a nova ferramenta tem de guardar tudo o que nela é exposta.
No entanto, engana-se o professor que pensa fazer milagres apenas com o quadro, adverte o coordenador do projecto. O primeiro passo é inovar a metodologia de ensino, o que, de acordo com José Paulo Santos, “para muitos, é difícil”. É suposto que o docente passe a ser um monitor na sala de aula, mas sem deixar que o quadro assuma o protagonismo.
O quadro interactivo não está alheio ao risco de perda de popularidade. Depois de um a dois anos, a novidade já não é assim tão nova e cabe ao professor impedir que isso aconteça. “O docente tem de continuar a mudar o seu estilo, a diversificar actividades”, recomenda José Paulo Santos, desaconselhando o uso frequente do quadro, sob o risco de professor e aluno ficarem dependentes do instrumento e o primeiro perder a criatividade. Além disso, a luminosidade do quadro interactivo pode prejudicar a visão de ambos.


O projecto, intitulado Interact, está em prática desde Fevereiro de 2005. Antes disso, o coordenador e grande impulsionador do Interact, o professor José Paulo Santos, tentou candidatar o projecto ao programa europeu Sócrates/Minerva. A candidatura abrangia não só escolas portuguesas como europeias. O chumbo de Bruxelas levou José Paulo Santos a recorrer a empresas para estabelecer parcerias que lhe financiassem o equipamento. A empresa inglesa Promethean forneceu os 25 quadros interactivos e a Sanyo os 25 Activslate, 25 Activtablet, 10 conjuntos Activote e 15 projectores. Os custos ultrapassaram os 100 mil euros.
(...)

in jornal ALERTA!
Anabela Carvalho

24-9-2006, a!

quinta-feira, 7 de setembro de 2006

O espectáculo vai começar!

O ano lectivo 2006-2007 está aí! As escolas reabriram as portas (que nunca fecharam!) à chegada dos seus professores. É tempo, agora, de organizar o novo ano de trabalho, planificando as aulas de acordo com os programas de cada disciplina.

Se alguns professores mostram satisfação pela sua colocação, muitos outros denotam já frustração, tristeza e desilusão, pois foram “atirados” para escolas distantes de casa, longe da família, obrigando-os a um esforço físico e psicológico diário que deixa pouca margem à simples alegria de tirar o máximo partido desta magnífica profissão de PROFESSOR!

A todos estes colegas, deixo aqui a minha homenagem e o meu profundo respeito pela coragem, pelo empenho e pela dedicação a esta “missão”, apesar de todas as dificuldades e incompreensões…

O Projecto Interact, também ele, aproveitou o sol para regressar mais vivo e determinado.

Para satisfação do Centro de Formação de Entre Paiva e Caima, a maior parte dos professores vão manter-se ligados ao projecto nas várias escolas. Contudo, alguns, compulsivamente ou não, abandonam para tristeza nossa e deles, como se pode comprovar através desta mensagem:

Olá. É com tristeza que escrevo este email. A tristeza de ser contratada e ver-me obrigada a ser afastada, ano após ano, das escolas por onde tenho passado. Participei no projecto, que nos envolveu a todos, com enorme prazer. Para mim, foi fascinante descobrir as potencialidades do programa, em conjunto com as crianças. Agradeço todas as preocupações que tiveram comigo e, sobretudo, terem permitido que eu mostrasse o meu interesse. Neste momento, resta-me esperar que a minha colocação seja num agrupamento envolvido no projecto. Ou que surja dentro do grupo do projecto Interact um espaço para eu continuar a aprender convosco. Bom ano de trabalho. Podem contar sempre comigo. Educadora Isabel Maia

Aos colegas Isabel Maia, Glória Regina e Francisco Madureira, entre outros, os nossos mais sinceros agradecimentos pelo trabalho que desenvolveram, cumprindo largamente os objectivos do Interact. O vosso contributo foi grandioso! O nosso reconhecimento é enorme!

Como nem tudo são tristezas, para o relançamento do projecto Interact, proponho a leitura de um texto da autoria da colega Inês Conceição cuja narrativa nos tem habituado ao encanto:


O espectáculo vai começar!...

Muito se tem falado da Educação em Portugal, sobre a classe docente, à qual pertenço, por vezes, usando-se um discurso um tanto ou quanto agressivo, criando um mal-estar entre nós, profissionais de educação.

Para acalmar este desconforto, desvio o meu pensamento para o meu segundo sonho profissional – fazer teatro…mas, imediatamente recordo as palavras do actor Raul Solnado, ditas numa entrevista televisiva, faz já algum tempo:

«…os professores! Esses sim… são actores verdadeiramente espectaculares. Enquanto que eu tenho de representar a mesma peça para públicos diferentes, cada dia… eles têm, diariamente, a plateia cheia, sempre com o mesmo público, para o qual têm de representar de maneira diferente e assim continuarem a ter “ casa cheia”…».

Afinal, como professora/actriz consigo ser verdadeiramente espectacular!...

O teatro, como a sala de aula, é um espaço mágico, mesmo estando vazio… o mais complicado é manter essa magia quando as portas abrem e as salas se enchem!

Convido-vos a virem ao “teatro”…e assistirem ao ensaio do “professor/actor”.

As célebres pancadas de Molière já se fazem ouvir e em breve abrem-se as cortinas e …o espectáculo vai começar!...

Os cartazes anunciam que vão ser várias as salas, fruto de um intitulado “choque tecnológico”, a fazerem magia tendo como suporte técnico, ferramentas de todos os tipos: mais verbas, mais computadores, mais banda larga, …Quadros Brancos Interactivos… (Ah! Que fascínio!) …

O QBI (Quadro Branco Interactivo) é um novo “cenário” sobre o qual, os olhos inquietos e descobridores, dos espectadores, focam a sua atenção!...

Sobre os QBI apontam-se as luzes dos holofotes para melhor se visualizar a cor, o dinamismo, o entusiasmo, a motivação, …a felicidade que eles trouxeram às salas.

Se é verdade que os QBI são úteis e um fascínio é preciso reconhecer que eles não se podem tornar o aspecto central das salas de aula. A primeira e indispensável qualidade de uma boa aula reside na qualidade do professor que aí dinamiza boas práticas. O teatro não se faz só com cenários, há mesmo excelentes representações sem cenários. Por isso, é no palco, naquele espaço que medeia a plateia e o cenário, que o actor/professor representa e faz com que, dia após dia, aconteça magia, tenha”casa cheia” e a peça seja um sucesso.

Os bons professores sabem o que se deve fazer e esforçam-se por fazê-lo.

Vislumbram-se grandes reformulações e reconversões pedagógicas!...Será que o ensino precisa assim tanto delas?!...

O mais importante será partilharmos o que de tão bom já se faz, reflectir e consolidar metodologias provadas, adoptando-se as mudanças para o que a experiência/prática já deu provas de funcionar.

Os QBI podem ser a lufada de ar fresco, que atravessa o palco e chega ao público levando consigo a frescura e leveza do conhecimento. Podem ser aproveitados como uma ferramenta proporcionando algumas mudanças/adaptações metodológicas e dando uma maior consistência a estratégias inovadoras. Por experiência própria, considero que essas mudanças devem ser graduais, testadas e avaliadas.

É com esta visão, através do espírito de partilha, trabalho, esforço desmesurado, persistência e dedicação do nosso coordenador, José Paulo Santos, que o Projecto Interact tem programado e criado espaços de partilha e reflexão:

Para terminar este ensaio do “professor/actor”, anuncio:

“O espectáculo vai começar…” e a 2ª digressão de QBI na sala de aula vai iniciar…

Chegou a hora de compartilhar meditações e começar a ler os guiões… mas, guiões que tragam às nossas salas representações espectaculares e se o público nos levar a afastar do guião, o improviso é a solução!... O que interessa é que a magia aconteça espelhando felicidade quer do aluno quer do professor/actor.

Maria Inês Duarte Vieira da Conceição
Prof. do 1º Ciclo



sexta-feira, 28 de julho de 2006

QISA 2006 - Sessões Plenárias

No passado dia 14 de Julho, decorreu, no Centro Integrado de Formação de Professores da Universidade de Aveiro, o tão aguardado “Encontro de Reflexão sobre Quadros Interactivos na Sala de Aula”. Este Encontro, extremamente participado e que contou com a presença de Peter Lambert, da empresa Promethean, considerado o “pai” do aplicativo ACTIVstudio, contemplou também, para além das múltiplas sessões de trabalho paralelas, duas sessões plenárias.
Na primeira destas sessões plenárias, realizada da parte da manhã e marcando o início dos trabalhos, intervieram José Alberto Rafael (vice-reitor da Universidade de Aveiro), Lucília Maria Pessoa T. dos Santos (Presidente do Conselho de Gestão do CIFOP), Fernando Delgado (Projecto Ria.edu), José Paulo Santos (Coordenador do Projecto Interact), António Moreira, moderador (Centro de Competência Nónio da Universidade de Aveiro) e Guillaume Chatagnon (Business Development Manager Western Europe Promethean International).
Todos os oradores colocaram o enfoque do seu discurso no papel das novas tecnologias no contexto de ensino/aprendizagem, destacando aqui o extraordinário trabalho levado a cabo pela Promethean e pelo “inventor” e coordenador do Projecto Interact, José Paulo Santos. A este último coube a apresentação, de forma detalhada e sob a forma de metáfora prometheana, do “Interact em Voo de Ganso Balanço e Perspectivas”, bem como o anúncio público da recém-criada plataforma de ensino à distância do Centro de Formação de Entre Paiva e Caima, onde, em breve, todos os docentes interessados em obter formação em software para os Quadros Brancos Interactivos ACTIVboard da Promethean, se poderão registar.
Ao final da tarde decorreu a segunda sessão plenária, uma sessão dedicada ao debate e que contou com a participação do moderador António Moreira (Centro de Competência Nónio da Universidade de Aveiro) e dos “comentadores” António Pereira (Centro de Formação de Entre Paiva e Caima), Arsélio Martins (Escola Secundária José Estêvão), Maria João Loureiro e Isabel Cabrita (Didáctica e Tecnologia Educativa da Universidade de Aveiro).
Das suas intervenções e do debate que em torno delas se gerou, concluiu-se da inequívoca importância da utilização dos QBI na praxis educativa, não só por promoverem o sucesso e a motivação de alunos e professores, mas também por criarem, de forma “interactiva e colaborativa”, novos horizontes no campo da educação. No entanto, como foi frisado, a integração dos QBI, e das TIC em geral, no processo de ensino/aprendizagem deve ser feita de forma cuidada e equilibrada de modo a evitar-se o fantasma da “rotina tecnológica/pedagógica” que, inevitavelmente, conduzirá à desmotivação de docentes e discentes e ao “naufragar” de uma aprendizagem suportada pelas novas tecnologias.

quinta-feira, 20 de julho de 2006

Plataforma de eLearning oficialmente aberta



No passado dia 14 de Julho, na Universidade de Aveiro, durante a apresentação do "Projecto Interact em Voo de Ganso - balanço e perspectivas", pelo Prof. José Paulo Santos, Coordenador do Projecto, foi dada a conhecer esta plataforma de ensino à distância do Centro de Formação de Entre Paiva e Caima (CFEPC).
Neste momento, ainda se encontra em construção e para uso exlusivo dos professores envolvidos no Projecto Interact, a decorrer nas escolas dos concelhos de Castelo de Paiva, Arouca e Vale de Cambra.

Brevemente, anunciaremos a abertura desta plataforma a todos os professores interessados em registar-se e em seguir os vários níveis dos "cursos de formação" em software para os quadros interactivos ACTIVboard da Promethean.

segunda-feira, 10 de julho de 2006

A nova motivação...

Após treze anos de serviço, iniciava uma fase de desmotivação, em que a rotina que antecedia a leccionação dos vários programas começava a instalar-se. Apesar de tentar mudar as estratégias, apercebia-me que os alunos, cada vez mais, detestavam ouvir falar em Literatura Portuguesa. De repente, fui confrontada com a possibilidade de frequentar uma Acção de Formação sobre novas tecnologias, “Quadros Interactivos” e, na esperança de começar a mudar estratégia, aceitei. A seguir, sem dar conta, fui “instalada” no Projecto Interact……agora, estou viciada…. Nunca esperei voltar a possuir esta vontade de preparar aulas, de dinamizar a sala de aula, procurar dia-a-dia inovar e, sobretudo, encontrar no espaço concreto de leccionação, aqueles rostos colados ao quadro, sem pestanejar, sem olharem para o relógio e a ficarem surpreendidos quando lhes digo “ meninos acabou a aula….amanhã há mais”. Fica a sensação, no terminus da aula, que os alunos até dispensavam o intervalo! O pior começa quando vou para casa: agora há que fazer novo flipchart, há que dar continuidade ao trabalho, há que levar para os alunos o que eles esperam! É nesta expectativa que os jovens ficam e, por vezes, no espaço Escola, nem sempre é possível termos acesso à sala onde está o maravilhoso Quadro e, aí, a reacção dos mesmos é indescritível, parece que “mostrámos um brinquedo fabuloso a um miúdo e a seguir não lho demos”.
Para exemplificar esta sensação, nada melhor que transcrever uns textos realizados por alguns alunos (12º ano, da Escola Secundária de Arouca), que se contagiaram pelo programa e realizaram os seus próprios flipcharts para apresentar aos colegas, sendo eles os dinamizadores da aula.
Sandra Ferreira
Professora na Escola Secundária de Arouca

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“Só passado algum tempo nos apercebemos da dimensão e de quão importantes são os quadros interactivos para o nosso desenvolvimento, por razões muito simples, mas muito importantes:



1º Tornam a aprendizagem mais simples;
2º Captam muito mais a atenção;
3º Motivam de forma extraordinária o aluno e o professor, na medida em que ambos tendem a mostrar o que são capazes de fazer.

Foi, sem dúvida, um privilégio participar no Projecto Interact e poder desenvolver o meu próprio flipchart.”

Lara Marli Saavedra F. Silva, 12ºB
Escola Secundária de Arouca

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“Pessoalmente, o facto de se recorrer a tecnologias de ponta (quadros interactivos) para melhorar o ensino, possibilita aos alunos um maior interesse e maior facilidade de aquisição de conteúdos teórico-práticos. Pelas oportunidades que tive em contactar com os quadros interactivos, na disciplina de Português B, penso que a aprendizagem é deveras facilitada recorrendo a esta tecnologia. Por um lado, proporciona uma maior dinamização do processo de aprendizagem, pois torna-s
e possível recorrer a uma multiplicidade de alternativas que tornam o aluno não num sujeito passivo, mas sim, num sujeito activo no processo de aprendizagem. Exemplo disso foi a oportunidade que tive de contactar com sistemas de voto em respostas de escolha múltipla, com exercícios de organização lógica de conceitos, recorrendo a esquemas, ao preenchimento de frases por completar, à ordenação de conceitos, ao estabelecimento de correspondência entre conceitos, aliado à facilidade de aceder às soluções dos exercícios em tempo real. Penso que o software informático utilizado (ACTIVstudio) permite a concretização de todas as potencialidades desta tecnologia, em que tudo pode ser alterado e corrigido de forma reversível, imediata e prática.
Por outro lado, a meu ver, a utilização de quadros interactivos em comparação com os quadros convencionais, apresenta um conjunto de vantagens, que advém do facto do aluno ou professor poder preparar uma aula, com antecedência, sem haver a necessidade de registar todas as informações relevantes num quadro convencional a giz. Tudo isso permite a economia de tempo, pois cada aluno pode aceder a toda informação administrada numa aula, recorrendo simplesmente a um ficheiro de apresentação, dispensando os apontamento
s da informação que se encontra nesta mesma apresentação. Assim, um aluno pode, com toda a comodidade, no seu computador aceder novamente a uma apresentação utilizada nos quadros interactivos, e recordar ou praticar novamente os exercícios realizados, o que lhe proporciona um maior aproveitamento escolar. Penso que os quadros interactivos permitem assim, de uma forma optimizada, utilizar e manipular recursos audiovisuais que actualmente são meios valorizados pela sociedade na transmissão de informação, proporcionando ao aluno maior interesse, maior concentração e maior motivação para aprender…Terão sido esses os efeitos que senti face à utilização de quadros interactivos nas aulas de Português B. Portanto, é de louvar a difusão desses projectos nas diversas escolas, porque torna a tarefa de ensinar mais cómoda para o professor e a tarefa de aprender mais fácil para o aluno, o que certamente conduzirá a percursos profissionais mais qualificados e à aquisição de aptidões de uma forma muito mais rápida.
Queria, para finalizar, propor que futuramente se implementasse neste tipo de tecnologia um s
istema que permitisse a realização das provas electrónicas de avaliação. Actualmente só é possível recorrer à realização de questões de escolha múltipla recorrendo ao sistema de ACTIVote, mas acho que se se desenvolvesse um dispositivo electrónico de escrita poder-se-ia realizar uma prova semelhante às provas escritas actualmente realizadas, só que nesse caso seria em interface informático. Isto traria vantagens ao nível da rapidez de correcção, facilitando a tarefa de avaliação e até na própria economização de papel.
Tenho a certeza que chegará o dia em que todos poderemos dispensar a caneta e o papel em prol da implementação de medidas e estratégias de ensino mais viáveis para o sucesso profissional dos jovens.”

Rui Alexandre do Prado Costa, 12ºB

Escola Secundária de Arouca

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“As novas tecnologias estão em voga, tão intensamente que, mesmo ao nível do ensino, se recorre cada vez mais à sua utilização. Foi o que aconteceu este ano com o Projecto Interact, cuja experiência foi para mim bastante enriquecedora e proveitosa, pois através da utilização dos quadros interactivos, nas aulas de Português B consegui, mais facilmente, assimilar as matérias propostas. É claro deu-me vantagens na aprendizagem de novas formas de compreensão dos conteúdos programáticos propostos. Através do fácil manejamento do programa ACTIVstudio, permitiu-me “saborear” as ideias de uma forma mais clara e menos “maçadora”, pois a dinâmica que ele dá nas apresentações, quase que podemos dizer tratar-se de um trabalho, feito e elaborado de uma forma quase de entretenimento.
Sem dúvida que as novas tecnologias podem, e muito, simplificar os nossos processos de conhecimento quer a nível pessoal, quer a nível de puro lazer.
Em suma, gostei!”


Paula Sofia Santos F. da Silva,12ºB
Escola Secundária de Arouca





sexta-feira, 7 de julho de 2006

Os Indiana Jones tecnológicos...

Noutros artigos anteriores (cf Abril e Maio), neste blog, nos referimos a um equipamento extremamente interessante que pode auxiliar o trabalho do professor na sala de aula, como instumento complementar dos quadros ACTIVboard: são os ACTIVote, aqueles dispositivos alaranjados com a forma de meio ovo, com seis teclas (de A a F) e um botão laranja no centro. Simples, útil e agradável de utilizar, qualquer pessoa, criança ou adulto, aprecia a sua utilização para o fim a que se destina: avaliar!

Embora se utilize predominante em sala de aula, as várias escolas já encontraram outras formas de aplicação destes dispositivos.

Eis, aqui, uma experiência diferente:


"É verdade...! A comunidade educativa de Vale de Cambra também já experimentou os quadros interactivos...! Foi no passado dia 8 de Junho, numa sessão de apresentação da Oferta Educativa organizada na Escola Secundária de Vale de Cambra, para a qual foram convidados representantes de entidades empregadoras da região.

Esta sessão terminou com uma avaliação da pertinência dos cursos apresentados e do seu impacto na comunidade educativa, avaliação essa que foi feita utilizando os quadros interactivos ACTIVboard.

Foi feito previamente um esclarecimento acerca das potencialidades deste equipamento e da sua utilização em contexto de sala de aula., bem como das suas vantagens para a prática lectiva.

Seguiu-se então a avaliação propriamente dita, com recurso à votação electrónica (ACTIVote).

Como seria de esperar, os presentes ficaram positivamente surpreendidos com a utilização desta nova tecnologia! Apesar das dificuldades (naturais!) sentidas por alguns, por se tratar efectivamente de um processo diferente, o entusiasmo foi generalizado e a reacção muito positiva.

Afinal não é só à sala de aula que este tipo de equipamento se pode aplicar... a sua versatilidade pode ir muito mais longe... coloquemos então os chapéus de “exploradores” e sejamos os “Indiana Jones” do plano tecnológico nas escolas!

Boas Férias a todos!

Cristina Filipe

Professora da Escola Secundária de Vale de Cambra
Elemento dinamizador do Projecto Interact na Escola

terça-feira, 27 de junho de 2006

Avaliação do Projecto Interact

O projecto Interact encontra-se a ser objecto de avaliação continuada da responsabilidade do Centro de Competência Nónio – Século XXI da Universidade de Aveiro, por observação directa da utilização de quadros interactivos em contexto de sala de aula, estando também em fase de implementação um conjunto de instrumentos (questionários, guiões de entrevistas e log-books) que permitirão aferir as mais-valias resultantes do processo de integração didáctica desta tecnologia em níveis diversificados de ensino, no sentido de se constituirem guiões de boas práticas a publicar oportunamente.

Concebido enquanto modelo de implantação pedo-didáctica de tecnologias numa região do país com carências histórica e geograficamente reconhecidas, o projecto Interact movimenta um conjunto de recursos humanos e materiais considerável, tendo nestes primeiros meses de desenvolvimento criado as condições necessárias de motivação por parte de todos os intervenientes no terreno - alunos, professores e entidades políticas e educativas locais. Ofereceu e continua a oferecer acções de formação nesta tecnologia, garantindo o conforto e desenvoltura necessárias à sua utilização regular por parte de todos os professores que aderiram ao projecto.

Brevemente, durante o mês de Julho, terá lugar na Universidade de Aveiro um primeiro encontro sobre Quadros Interactivos, evento que permitirá dar conta, num primeiro momento avaliativo, dos desenvolvimentos do projecto Interact, estando também previstas sessões de demonstração práctica da utilização desta tecnologia.

António Moreira

17 Maio de 06

sábado, 3 de junho de 2006

Encontro de Reflexão QISA "Quadros Interactivos na Sala de Aula" | Participe!


A
no evento já se encontra disponível.

Clique no programa provisório abaixo
para ampl
iar

sexta-feira, 2 de junho de 2006

INTERACT projecto de futuro

É com bastante agrado que a Associação de Pais do Centro Educativo da Praça, vê o nosso Centro Educativo inserido no Project Interact.

Os quadros interactivos são uma ferramenta de complemento ao ensino bastante estimulante, atractiva e eficaz. A interactividade faz com que os alunos se sintam mais predispostos para o processo de aprendizagem e mais desinibidos na sua participação nas aulas.

O acesso às novas tecnologias nas salas de aula parece-nos primordial, uma vez que podemos hoje renovar os processos de ensino e aprendizagem.

O sucesso deste projecto necessita do empenho dos professores, que, com este novo desafio, poderão desenvolver novas estratégias pedagógicas para proporcionarem aos alunos uma aprendizagem cada vez mais enriquecida.

E como este projecto é também uma aposta da Associação de Pais, estamos empenhados em dar continuidade ao mesmo e alargá-lo a todas as salas de aula.

Associação de Pais do Centro Educativo da Praça
Macieira de Cambra - Vale de Cambra


terça-feira, 30 de maio de 2006

Na sala de aula, sente-se um clima contagiante...

Foram poucas as vezes em que terei sentido nas escolas, ao longo destes 14 anos ao serviço da Educação, tanta euforia, tanto bem-estar, tanta alegria, tanta motivação e disponibilidade por parte dos professores como a que agora se verifica nas escolas onde se adoptou o quadro interactivo como ferramenta auxiliar para o processo de ensino e aprendizagem...
Da parte dos alunos, vemo-los empenhados, envolvidos, participativos e concentrados nas actividades! Na sala de aula, sente-se um clima contagiante...
Os textos que vão sendo publicados neste blog retratam essa atmosfera que nos dá vontade de ir ao encontro destes professores e alunos! E, quando lá estamos, nessas salas, queremos permanecer, porque a "aula de outrora" deu lugar à "aula do conhecimento, da partilha, da colaboração, do debate,...":
Leia-se o texto da Profesora Maria Inês Conceição, da Escola EB1 nº 2 de Castelo de Paiva:
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Deixemo-las voar…

"Diz o povo que, casa onde as andorinhas façam ninho, são casas com sorte!...

Nesta Primavera, ainda não vi tais construções na minha escola, se calhar por falta de tempo, pois tudo acontece à velocidade de um simples “clique”, ou por falta de observação…mas, que é uma escola de sorte, lá isso é. E, cá para mim, o ninho está mesmo na minha sala, em forma de Quadro Branco Interactivo (QBI).

Há três meses que o “ninho” lá está. Tempo suficiente para que a reprodução e o nascimento de uma nova dinâmica escolar se tenha dado. As professoras, da escola, vivem numa azáfama “voando” das suas salas para a minha, ora sozinhas, para observação das potencialidades do QBI e construção de flipcharts, ora com os alunos matando-lhes a fome, de saber.

O desgaste e cansaço sente-se no ar, mas também se sente o “chilrear” das crianças, o “bater de asas” e… os primeiros “voos”! … Espectáculo encantador!

Contemplemos esses primeiros voos.

As tentativas de voo realizadas pelos alunos acontecem num contexto em que o currículo é flexível e aberto, onde os conteúdos assumem a forma de «problemas a resolver» nascendo, assim, os projectos de estudo. O ambiente de aprendizagem aposta na cooperação, na motivação interna e em aprendizagens fortemente significativas.

Os projectos envolvem as crianças em actividades, jogos e tarefas, criando o gosto de aprender, a partir das coisas que lhes dizem respeito; nascem dos interesse manifestados, de um acontecimento, de uma novidade que lhes despertou interesse e para a qual procuram uma explicação ou mais informação, de um tema/conteúdo curricular, etc.

Os projectos são estratégias de trabalho e aprendizagem que exigem cooperação, autonomia e divulgação dos seus trabalhos.

Avancemos para esta última fase do projecto: a divulgação. Este é o momento da partilha, da sistematização de conhecimentos e também da avaliação. A necessidade de comunicar os resultados de um projecto dá sentido às aprendizagens e ajuda a estruturar o conhecimento.

As crianças apropriam-se de uma ferramenta de trabalho interactiva excelente para a divulgação, o QBI. Este é-lhes, hoje em dia, imprescindível durante todo o processo do projecto, através da recolha e organização da informação e formato da comunicação.

É nesta altura, através do QBI, que dão asas à sua imaginação e dão às asas, levantando voo, saindo do ninho e mostrando que já conseguem voar…

Têm sido momentos únicos!... Sentir o prazer dos alunos de comunicar partilhando, através do QBI, os conhecimentos adquiridos, agindo com um simples toque, no quadro, ao virar de página, a uma hiperligação Internet, a uma fotografia, a uma música… (nada que se compare ao tradicional e estático cartaz em cartolina) …sentir a motivação, a concentração com que os colegas assistem à comunicação… sentir o dinamismo existente na sala, com os apresentadores a chamarem ao QBI os colegas, questionando-os e testando os seus conhecimentos, numa atitude de interacção…e, no momento da avaliação/reflexão, os elogios não são poupados ao trabalho desenvolvido e ao flipchart apresentado.

Deixemos as nossas crianças voar, o tempo está propício para que saiam do ninho e voem… são tempos de autonomia, de responsabilização pessoal, de afirmação e independência. Mas também já é tempo de salientarmos as vantagens do QBI que consideramos darem consistência a estratégias inovadoras face às necessidades curriculares emergentes da sociedade pós-moderna em quem vivemos.

Afinal, a minha escola é uma escola com sorte…agora é só contemplar o voo das andorinhas!..."

Maria Inês Conceição

30/05/06

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Algumas fotos de uma actividade

Projecto: "Portugal"
Autores: três alunos do 4º ano.
Conteúdos desenvolvidos pelos próprios alunos.
As fotos retratam o momento da construção e da comunicação à turma.





sexta-feira, 26 de maio de 2006

Visita a EXPONOR – Quadro interactivo como ferramenta de trabalho interactiva no Ensino Básico

O envolvimento directo e a opinião dos pais e encarregados de educação dos alunos das Escolas do projecto Interact é, para nós, fundamental e necessário.
Alunos, professores e famílias devem estar unidos e partilhar do mesmo objectivo comum. Nesta caminhada, a reflexão e a procura de novas formas de ensinar e aprender são uma preocupação de todos. Procuremos, pois, dar a palavra àqueles que se interessam pela Educação e que, de algum modo, podem contribuir para a mudança de práticas, a motivação, o interesse e o sucesso das comunidades educativas. Por um país melhor.
O pai tem a palavra:



"Foi com grande admiração e orgulho que pude ver os alunos do 2º Ano da escola do ensino básico de Areias a fazer uma demonstração de uma aula real, utilizando um quadro interactivo, numa feira que tinha como finalidade apresentar soluções inovadoras para o ensino no nosso País.
Os Alunos utilizaram o quadro, sem nenhuma dificuldade, muito participativos, interessados em resolver os problemas e muito à vontade num ambiente que não era o do seu dia-a-dia na Escola.
Foi a primeira vez que vi um quadro interactivo a ser utilizado no ensino Básico; é uma solução muito interessante, o nível de aprendizagem é superior ao processo normal de ensino, desenvolve o raciocínio dos alunos com uma visão de futuro, tendo em vista a utilização da informática no seu quotidiano.
É de louvar a escola de Areias, concelho de Vale de Cambra, dado que é uma das pioneiras neste tipo de ensino vocacionado para as novas tecnologias. Dou os parabéns a toda a equipa e, em particular, ao Professor Carlos Tavares, que conseguiu instalar e implementar esta ferramenta de trabalho interactiva com o interesse e a participação de todos os alunos."

Artur Barros Castro
Pai do aluno Artur José,
do 2º Ano do Ensino Básico da Escola EB1 de Areias

quarta-feira, 17 de maio de 2006

Cooperação

A intervenção do dia 16 de Maio (a metáfora dos gansos) alude a algo muito importante num tipo de projecto como o dos quadros interactivos: a cooperação.

De facto, a meu ver, este tipo de projecto, terá maior probabilidade de sucesso junto de professores e alunos se existir uma comunidade de prática sólida e cooperativa. As vantagens e desvantagens deste tipo de ferramentas na sala de aulas já foi sendo analisada em diversas intervenções neste espaço. Destacam-se, essencialmente, por um lado, a motivação dos alunos por desempenharem um papel mais activo no processo de ensino-aprendizagem, a que não é alheia a interactividade, a motivação dos professores em poderem dinamizar as suas aulas fugindo aos moldes tradicionais, mas também a morosidade na preparação de actividades dinâmicas. É aqui, na minha opinião, que existe maior risco de desmotivação por parte dos professores, uma vez que, para preparar uma aula com algumas actividades interactivas, dispende-se, no mínimo, o dobro do tempo que se se demoraria em actividades tradicionais. É aqui que uma comunidade de prática verdadeiramente cooperativa poderá dar mais frutos. Se se instaurar um espírito de cooperação (que, na verdade já vai existindo) de troca e de concepção conjunta de materiais e exercícios, certamente que o tempo diminuirá consideravelmente. Além disso, permitirá uma troca construtiva de saberes e perspectivas de ensino.

As raízes de uma comunidade de prática colaborativa estão já lançadas, sendo este espaço uma prova de tal. No entanto, penso que se deverá partir para algo ainda mais concreto, como a constituição de grupos de trabalho específicos nas escolas, tendo a preocupação de existirem vários professores da mesma área disciplinar com os mesmos níveis de ensino. Se esse trabalho for apoiado por uma plataforma eficaz de ensino (LMS), de que o Moodle é um exemplo que começa a ser sobejamente (re)conhecido, o trabalho colaborativo à distância será mais eficaz e irá mais de encontro à realidade profissional dos professores, que nem sempre têm horários coincidentes. Outros instrumentos de apoio ao trabalho cooperativo podem ser apontados, e, a seu tempo, se voltará a este assunto.

segunda-feira, 15 de maio de 2006

A cooperação: voar em V

Dizem os especialistas que os gansos selvagens voam em formação “V” para obter maior rendimento no voo: mais coesão, melhor liderança, maior harmonia e muito apoio.

Segundo estudos feitos, estas incríveis aves aumentam a sua velocidade em mais 70% do que se voassem sozinhos; o líder que está no vértice desta formação, quando está cansado, passa para trás dando assim o lugar de comando a outro; se algum ganso diminuir o ritmo de voo, os que estão atrás grasnam para encorajar os que se encontram à frente; e, quando um deles sai da formação por fraqueza ou doença, a ele se junta outro ganso para o ajudar e proteger.

Não me posso impedir de reflectir sobre tais comportamentos, tanto mais que não passam de meras aves — sem qualquer desprezo pelos bichinhos que tanto fascínio me causam!

Nessas longas e árduas jornadas de migração, é extremamente importante alcançar o destino. Aqui os fins são importantes, mas os meios também o são.

Se um pobre ganso tivesse a ousadia de enfrentar uma viagem dessas, certamente não chegaria ao fim para contar as suas peripécias. Não é isso que acontece...

Juntos, em “V”, multiplicam significativamente a sua agilidade, já que aproveitam as correntes de ar provocadas pelos batimentos de asa daqueles que vão na dianteira. Um trabalho em equipa...

Assumir a liderança de um grupo de gansos nem sempre é tarefa reconhecida e vantajosa. O esforço, o desgaste são desencorajadores. Contudo, dando lugar a outro, alternadamente, é possível levar a cabo tal bravura e concluir com sucesso uma viagem que, de outro modo, seria muito mais penosa.

Dar ânimo, transmitir energia àquele que, já cansado e abatido, vai na frente, é um comportamento louvável e digno de todos aqueles gansos que partilham a mesma aventura, pelo que a amizade assume um papel importante.

Momento há em que se apodera do desventurado ganso uma debilidade... É então necessário evitar comprometer o grupo inteiro e decidir abandonar a formação. Outros, porém, receando ataques exteriores ou abandono total do desditoso, juntam-se a ele, apoiando-o e resguardando-o, em inexplicável gesto de solidariedade.

Nós, que fazemos parte de uma grande equipa, podemos produzir mais e melhor; nós, como potenciais líderes, podemos, em qualquer momento ser chamados a desempenhar funções de liderança; nós, que muitas vezes, cheios de pressões e cansaços, esquecemos e criticamos o outro, devemos ajudá-lo a manter o comando com palavras de alento, sensatas e positivas.

Façamos longos voos em equipa, num espírito de amizade e compaixão.

Cultivemos e apoiemos na escola as atitudes de inovação e de renovação, capazes de suscitar em todos nós o desejo de ir mais longe sem medo, convictos que não estamos sós...

Continuemos a voar assim...

José Paulo Santos
(Texto publicado no jornal escolar O Cambrinha, da Escola EB 2.3 de Vale de Cambra, em Março 2001)

domingo, 7 de maio de 2006

Ad Perpetuam Rei Memoriam


No âmbito da Semana Cultural da EB 2, 3 de Vale de Cambra, escola sede do Agrupamento Vertical de Escolas do Búzio, um grupo de docentes, constituído pelos professores Helena Vide, Manuela Barroso e Mário Silva, membros activos do Projecto “Interact-Quadros Interactivos em Sala de Aula”, apresentou a toda a comunidade educativa, em dois workshops realizados nos dias 29 e 30 de Março, as fantásticas possibilidades do Quadro Interactivo (ACTIVboard) da Promethean Technologies Group.
Foi particularmente gratificante verificar o interesse e entusiasmo com que docentes e discentes, com especial destaque para os jovens do Ensino Especial, se envolveram na descoberta do “inovador” e “divertido” Quadro Branco Interactivo (QBI), por oposição ao “conservador” e “aborrecido” Quadro Negro Passivo (QNP).
No final todos lamentavam a existência de um único QBI para uma população escolar estimada em cerca de 500 alunos e 50 professores. É caso para perguntar Quo Vadis “Choque Tecnológico”?
Algumas semanas depois, entre os dias 4 e 7 de Maio, a Exponor (Feira Internacional do Porto) e a Nautilus, com o apoio da Promethean, Decitrel, Smart Board, Groupvision e Famasete, apresentaram, no Fórum Exponor, a chamada “Escola Interactiva”. Trata-se inequivocamente de um projecto inovador que promete revolucionar o tradicional conceito de sala de aula, ao destacar o papel das novas tecnologias (computadores portáteis, QBI’s, etc.) no processo de ensino-aprendizagem.
No espaço destinado à Promethean Technologies Group funcionou uma “sala de aula colaborativa” onde, de forma rotativa e ao longo de todo o dia, os alunos da Escola Secundária de Arouca e do Agrupamento Vertical de Escolas do Búzio apresentaram e exploraram um notável conjunto de flipcharts produzidos pelos seus professores.
O Agrupamento Vertical de Escolas do Búzio esteve representado neste certâmen pela EB1 da Praça, com 7 alunos do 4.º ano (professores Manuel Pinho e Sónia Ribeiro), e pela EB 2, 3 de Vale de Cambra, com 8 alunos do 2.º Ciclo (professoras Helena Vide e Manuela Barroso) e 8 alunos do 3.º Ciclo (professor Mário Silva).
Uma última palavra para agradecer não só o indispensável e indefectível apoio que sempre recebemos da Promethean, da Decitrel e do professor José Paulo Santos, coordenador do Projecto “Interact”, bem como a presença na Exponor de todos os elementos que compõem o Conselho Executivo deste Agrupamento, num sinal mais do que evidente de uma aposta corajosa e decidida na inovação tecnológica e, por isso mesmo, numa “Escola Interactiva”.
Mário Silva

quarta-feira, 3 de maio de 2006

Quadros Interactivos – Um recurso a explorar na sala de aula.

A indiferença que as crianças mostravam com a presença de estranhos na sala de aula e o regozijo com que participavam nas actividades normais do dia foram algumas das situações que nos surpreenderam durante a visita que fizemos a Estabelecimentos de Ensino de Vale de Cambra em representação do Centro de Competência da Universidade de Aveiro, parceiro do projecto INTERACT. Assim, no dia 27 de Abril a convite do gestor do projecto, Dr. José Paulo Santos, tivemos o prazer de assistir a actividades de sala de aula com utilização do Quadro Interactivo.

Pudemos trocar impressões com as crianças e docentes que participavam com interesse evidente no processo de ensino/aprendizagem. Segundo as impressões que íamos colhendo, todos gostavam de aprender com o novo equipamento que tinham na sala.

Na primeira escola que visitámos, EB 1 de Areias (Agrupamento Vertical de Escolas de Dairas) – Vale de Cambra, a turma que utiliza o Quadro Interactivo é constituída por 23 alunos do 2.º e 3.º ano. Em conversa com o professor Carlos Tavares, este mostrou o seu interesse no trabalho com este recurso inovador aplicado na aprendizagem e a sua satisfação com a melhoria nos resultados que tem verificado. Realçou que tem muito mais trabalho na preparação e desenvolvimento de actividades para utilizar este equipamento mas que se sente recompensado pela avaliação positiva do processo e também com o prazer que nota nas crianças.

Noutro estabelecimento de ensino, o Jardim de Infância de Macinhata (Agrupamento Vertical de Escolas de Dairas) - Vale de Cambra, ficámos também muito agradados com o interesse, contentamento e desenvoltura com que crianças de 4 e 5 anos utilizavam o quadro electrónico. A educadora Maria Fernanda contou-nos a sua experiência positiva e o interesse e entusiasmo com que prepara as actividades formativas com o quadro, às vezes até secundarizando a sua vida familiar. Mostrou-nos também um portfólio dos trabalhos das crianças e jogos didácticos que está a desenvolver.

Tivemos ainda oportunidade de visitar a Escola EB 2.3 de Vale de Cambra (Agrupamento de Escolas do Búzio), onde nos foi permitido assistir a uma aula de Inglês com alunos do 8.º ano de escolaridade. A situação aqui era um pouco diferente. Enquanto que nos níveis de ensino anteriores as actividades decorriam sempre com quadro electrónico disponível, aqui isso não era possível por apenas haver uma sala com esse tipo de equipamento. Para poderem trabalhar com o Quadro Interactivo, os docentes têm de fazer a requisição da sala pelo que o número de aulas de uma determinada disciplina com esse equipamento é manifestamente insuficiente. A docente, Prof.ª Manuela Barroso, também assinalou estar satisfeita com a utilização do equipamento que considera importante pela motivação que introduz no processo de ensino em que os alunos são levados a aprender. No entanto, tal como os alunos com que fomos conversando, lamentava as limitações, compreensíveis, à sua utilização.

Deste primeiro contacto retivemos o seguinte:

  • A motivação de alunos e professores nas actividades com utilização do quadro é evidente;
  • A concepção de materiais e as estratégias de utilização dos equipamentos requer um grande investimento em termos de tempo;
  • Nem todos os professores com quadros interactivos disponíveis nos seus espaços de trabalho estão receptivos a esta “nova tecnologia”;
  • As experiências que estão a ser desenvolvidas são interessantes e devem ser partilhadas com os outros;
  • Há necessidade de reflectir sobre as dificuldades e melhorias sentidas, bem como discutir formas de promover o sucesso educativo utilizando esta ferramenta. Para isto irá decorrer na Universidade de Aveiro, em data a anunciar, um encontro para abordar esta temática.

António Carlos Leal e Leonel Rocha
Centro de Competência da Universidade de Aveiro

terça-feira, 2 de maio de 2006

Utilização dos quadros interactivos e do ACTIVote: alguns testemunhos de alunos

Achei este novo método de fazer testes muito inovador e também mais fácil de se fazer. É mais fácil carregar em botões do que estar a escrever, e isso faz com que os alunos estejam mais interessados e a responder à mesma questão em sintonia. Penso que deveríamos fazer este tipo de testes mais vezes. Este tipo de tecnologia cativa mais a atenção dos alunos para a aprendizagem.

José Daniel, 10º D


Achei que fazer o teste neste formato é muito interessante e motivante, acho que faz com que os alunos se motivem e se apressem a responder, devemos fazer mais testes assim. É uma forma inovadora. É muito bom que a escola tenha este equipamento, mas melhor ainda é os alunos poderem utilizá-lo de forma tão didáctica. É engraçado estarmos a responder todos à mesma pergunta, ao mesmo tempo. Ajuda os alunos a desenvolverem a sua capacidade de concentração. Também exige responsabilidade. É diferente, por isso desperta mais interesse. Devíamos utilizar este equipamento em todas as disciplinas. De um certo modo, tivemos a sensação de estar num concurso televisivo. Adorei.

Sara, 10º D


Gostei desta experiência. É uma maneira de levar os alunos a empenharem-se na realização do teste. É um sistema que cativa os alunos e é de fácil utilização. Dá-nos maior responsabilidade pois dificilmente podemos voltar atrás nas nossas respostas. Nunca tinha experimentado nada deste género e fiquei bastante impressionada. O balanço é mesmo muito positivo e penso que devíamos repetir a experiência.

Ana Rita, 10º D


Na minha opinião esta iniciativa foi muito boa, pois esta técnica, (o flipchart e o activote), torna a aula mais dinâmica e interessante, assim como cativa mais a atenção dos alunos. Achei muito interessante, foi como se estivéssemos num concurso televisivo como “Quem quer ser Milionário”. Acho que é uma maneira simples de resolver exercícios, no entanto, penso que ficamos mais nervosos e, como não podemos voltar atrás na resposta, poder ser um bocadinho mais difícil conseguir bons resultados. Gostaria muito de repetir esta deliciosa experiência.

Ana Filipa, 10º D


Achei que esta experiência foi interessante e motivadora. É uma maneira diferente de responder a um teste, e pode fazer com que fiquemos mais motivados. Devemos continuar com esta maneira de fazer testes e tentar estender esta tecnologia a mais salas de aula, para estarem disponíveis para um número maior de alunos.

Tiago Fernandes, 10º D

Eu gosto de utilizar este novo método. É uma forma mais descontraída de fazer um teste. Não nos deixa tão nervosos. É um método inovador e motivante. O Flipchart foi uma novidade para mim, mas o balanço é positivo. É fácil de utilizar, mas é necessária uma maior atenção. Gostei, acho que é uma mais valia.

Ana Catarina, 10º D

Eu penso que fazer um teste neste formato, utilizando o Activote, é mais divertida, mas com temporizador penso que seria mau porque envolve mais pressão para responder com rapidez. Às vezes basta uma desconcentração e já não temos tempo de responder. Em resumo, penso que para fazer ficha é bom, mas para testes, é muita pressão.

Luís Vaz, 10º D


Sem dúvida que as novas tecnologias facilitam a vida das pessoas.
Hoje também facilitou a “vida” dos alunos do 10º D, que tiveram a excelente oportunidade de serem os primeiros a utilizá-la na escola sec. De Vale de Cambra. Realizámos um teste em que não precisámos de escrever... foi muito bom, eu adorei... e é muito fácil de utilizar, mas temos de estar bem mais atentos. Foi uma boa experiência e incentiva os alunos a gostarem de fazer testes (o que é difícil!) e outras actividades, já que há variadíssimas em que pode ser utilizado. Acho importante que se faça este tipo de actividades, foi uma experiência única e com grande sucesso.

Liliana Tavares, 10º D


Alunos da Escola Secundária de Vale de Cambra