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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

ActivInspire 1.6 - nova versão, novas funcionalidades


A Promethean acaba de lançar o ActivInspire 1.6, a mais recente versão do nosso software de criação de lições interactivas - agora com um Editor de Equações integrado, especialmente dedicado à Matemática.


(Clique na imagem para descarregar o Tutorial Editor de Equações)

ActivInspire 1.6 é um software único que combina os melhores programas e plataformas da Promethean num só pacote. Esta poderosa ferramenta é a base para qualquer experiência de aprendizagem do século XXI e já se encontra disponível para transferência a partir do Promethean Planet.

Porquê escolher ActivInspire?

O ActivInspire oferece aos professores uma variedade de actividades de ensino, ferramentas, imagens, sons, modelos de páginas e um mundo de recursos adicionais disponíveis no Promethean Planet.

Os professores têm ainda a possibilidade de escolher a interface mais adequada ao escalão etário da sua turma: mais colorido e apelativo para o ensino primário, ou um fundo mais sofisticado para os alunos mais velhos.

Quais são as novidades?

Esta última versão inclui as seguintes novidades:
  • Uma nova ferramenta de matemática acaba de ser adicionada – um Editor de Equações de fácil utilização para criar e adicionar equações matemáticas a uma página de flipchart. As equações podem igualmente ser editadas uma vez inseridas na página.
  • Integração total com os documentos criados pelo ActiView. Agora já é possível capturar imagens e vídeo e adicioná-las directamente a uma página de flipchart.
  • Integração com o Sistema de Resposta do Aluno (LRS)
  • Habilidade para importar perguntas para o “Gestor de perguntas” a partir de ficheiros Microsoft® Excel® (funcionalidade disponível apenas para Windows®)
  • Ao clicar no lado direito do rato surge um novo menu que lhe permite num só clique seleccionar entre a ferramenta “Caneta” e a ferramenta “Selecção” sem ter de utilizar a caixa de ferramentas.
  • Aviso automático de actualização do ActivInspire, sempre que houver novas versões disponíveis.

Transfira a nova versão desde já!

Para saber mais sobre as últimas actualizações e descarregar o software, visite a página do ActivInspire no Promethean Planet.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

10 Etapas para Ser Melhor Utilizador do Quadro Interactivo | 10 Steps to Becoming a Better IWB User


10 Etapas para Ser Melhor Utilizador do Quadro Interactivo

1. Use o seu quadro interactivo.

2. Use mais o seu quadro interactivo.

3. Use ainda mais o seu quadro interactivo.

4. Use o quadro interactivo ainda mais do que isso.

5. Use o quadro interactivo quando não o quer usar.

6. Use o quadro interactivo quando quer usá-lo.

7. Use-o quando tem algo para fazer nele.

8. Use o quadro interactivo quando não tem nada para fazer nele.

9. Use o quadro interactivo todos os dias.

10. Continue a usar o quadro interactivo.


10 Steps to Becoming a Better Interactive Whiteboard user

1 Use your interactive whiteboard.

2 Use your interactive whiteboard more.

3 Use your interactive whiteboard even more.

4 Use your interactive whiteboard even more than that.

5 Use your interactive whiteboard when you don’t want to.

6 Use your interactive whiteboard when you do.

7 Use your interactive whiteboard when you have something to do on it.

8 Use your interactive whiteboard when you don’t.

9 Use your interactive whiteboard every day.

10 Keep using your interactive whiteboard.

_________________________

José Paulo Santos

Jan. 2011 | Publicado em Nota no Facebook

Adaptado de | Adapted from:

10 Steps to Becoming a Better Writer

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Scratch Day 2010 quase a chegar


No próximo dia 22 de Maio, na Escola Superior de Educação - Instituto Politécnico de Setúbal, vai decorrer mais uma edição do Scratch Day 2010.
Pais, professores, formadores juntam-se para aprender, criar e partilhar... e conviver! Ainda pode inscrever-se. Não perca a oportunidade de conhecer uma fabulosa ferramenta de criação de recursos.
Mais informação na página do MIT (Massachusetts Institute of Technology)

PROGRAMA
9:00 Recepção (átrio)
9:30 Sessão Abertura (Anfiteatro)
10:00 Apresentação de Exemplos de Projectos e Desafios (Anfiteatro)
10:30 Exploração e Desenvolvimento de Projectos (Átrio e Sala de Computadores)
12:30 Sessão Conjunta para apresentação de trabalhos no Quadro Interactivo (Anfiteatro? Átrio?)
13:30 Encerramento (Átrio)

Vídeo promocional / Event video (promo):
http://animoto.com/play/ZQp0QDLjDrGBz04K1XIoOw?autostart=true


Apoios / Support:

ESE - IPS
http://www.si.ips.pt/ese_si/web_page.inicial

DGIDC - ERTE-PTE
http://www.crie.min-edu.pt/index.php?section=1

Promethean
http://www.prometheanplanet.com/pt

Interactic 2.0: http://interactic.ning.com
Escola 2.0: http://aprender2.ning.com/

Evento organizador por / The event is organized by:

Escola Superior de Educação - Instituto Politécnico de Setúbal

com o apoio de:

Ana Maria Boavida (ESE-IPS Coordenadora do PFCM)
Teresa Marques (EB23 de Azeitão - ESE-IPS PFCM)
Fernando Frederico (Programador e entusiasta do Scratch que muito tem dado a esta causa)
João Torres (ERTE/PTE)
Guilhermina Miranda (FPCE UL - Instituto da Educação UL)
Idalina Jorge (Instituto da Educação)
Teresa Pombo (EBI Charbeca da Caparica)
José Paulo Santos (Professor e Consultor em Educação - Promethean)
Isabel Campeão (Professora de Matemática)
(...)

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Escrever o Mundo em Números - World Maths Day

Está a decorrer desde o dia 1 de Fevereiro, um concurso para celebrar o dia Mundial da Matemática - World Maths Day 2010. As escolas, os alunos, dos 5 aos 18 anos, e os pais podem registar-se e participar. Estando o "jogo" dividido por categorias, o grau de dificuldade adapta-se aos conhecimentos de cada faixa etária. Participe e coloque a bandeira Portuguesa entre os vencedores...


Pensando nos professores, a Promethean também se dedicou ao tema da Matemática, disponível no portal Planet. Aqui, encontra um artigo de análise sobre um recurso criado, um vídeo da autora do flipchart e dezenas de recursos compilados para poder usar com o seu quadro interactivo e o software ActivInspire (Descarregue-o!).
Descarregue, também, os pacotes de recursos que disponibilizamos, de modo a enriquecer a sua biblioteca de recursos.
Celebre os números
com os seus alunos ou os seus filhos...


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

A Matemática em destaque

À semelhança do que já tínhamos feito para tratar o tema da Língua Portuguesa, no Promethean Planet, agora surge uma nova protagonista: a Matemática.

Os utilizadores dos quadro interactivos ActivBoard e do software ActivInspire pediram e nós correspondemos: mostrar algumas potencialidades de um aplicativo presente em todas as escolas do 2º e 3º Ciclos e Secundário na disciplina de Matemática. Procurámos, pois, evidenciar uma abordagem pedagógica possível ao tema "Funções Racionais", através de um recurso criado com ActivInspire, pela Prof. Cristina Saavedra, apoiado por um breve artigo de análise da utilização de algumas ferramentas e técnicas, assim como por um vídeo explicativo da sua construção, protagonizado pela própria autora.A isto, juntámos um conjunto de recursos e pacotes de recursos sobre o tema que certamente o inspirarão e o ajudarão a criar os seus próprios conteúdos interactivos.

Ao longo de 2010, abordaremos outros temas úteis
para as diferentes disciplinas.
Esteja atento!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Promethean Planet atinge 400.000 Membros



A maior comunidade de utilizadores de quadros interactivos, a Promethean Planet,
atingiu os 400.000 membros, professores, educadores e profissionais da Educação
espalhados pelo mundo.

Ao registar-se neste espaço global,
usufrui da oportunidade de aceder a mais de 13.500 recursos,
que já foram alvo de mais de 4 milhões de downloads.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Interact Portugal transita para Promethean Planet Portugal

Temos boas novidades para os Professores!

De acordo com a nossa última comunicação aos membros, acerca da migração da plataforma Interact Portugal para Promethean Planet Portugal (Provisória), é com enorme prazer que confirmamos que a transição foi concluída e que o site oficial Promethean Planet Portugal, já está disponível.

A partir de Segunda-feira, 7 de Setembro 2009,
o site Interact Portugal vai ser descontinuado,
e será automaticamente redireccionado para o site oficial Planet.

Para todos os membros do Interact Portugal que nunca acederam ao Promethean Planet, criámos um “nome de utilizador” e “palavra-chave” que poderão ser alterados na sua primeira visita ao site. Para alterar essa informação e completar o seu registo, por favor conecte-se no site Promethean Planet Portugal, aceda ao menu “Membros” e seleccione a opção “Meu perfil”.

Desde já, recomendamos que partilhe esta notícia com todos os seus colegas da sua escola para, também eles, poderem usufruir dos recursos educativos digitais disponíveis e poderem ter a oportunidade de integrar esta comunidade global dedicada à Educação.

Obrigado e esperamos por si no Promethean Planet!

Equipa Planet


quarta-feira, 15 de julho de 2009

As pessoas não se devem deixar intimidar por um quadro interactivo

Não se trata de uma questão de tecnologia,
trata-se de ensinar e aprender...

As pessoas não se devem
deixar intimidar por um quadro interactivo;
devem sentir-se entusiasmadas.




quarta-feira, 25 de março de 2009

Trissomia 21 e os Quadros Interactivos na Rede INTERACTiC 2.0

Desde o momento em que foi criado na comunidade INTERACTiC 2.0, o grupo TIC e Necessidades Especiais, coordenado pela Isabel Ribeiro,l icencidada em Educação Especial/Problemas Graves, tem criado contextos informais de aprendizagem e de partilha entre professores extremamente gratificantes, benéficos e produtivos.

Graças ao seu elevado empenho, dedicação e paixão pelas tecnologias assistivas, a Isabel Ribeiro, estando fisicamente localizada na Madeira, não deixa de marcar a sua presença assídua na blogosfera, através da Comunidade INTERACTiC 2.0. Muitos têm sido os tópicos abertos relacionados com esta temática, com informação pertinente e útil para auxiliar os professores a compreender e a acompanhar com mais eficácia alunos com Necessidades Educativas Especiais.
Este grupo conta já com 48 membros interessados em acompanhar, reflectir e partilhar ideias, dificuldades, estimulados pela energia da sua coordenadora.
Hoje, desejo destacar a participação de um dos elementos deste grupo: a Maria Inês Conceição, professora do 1º Ciclo, em Castelo de Paiva. Na sequência do seu trabalho realizado com um aluno portador de Trissomia 21, há três anos atrás, já a Inês dava o seu testemunho aqui, com Os Primeios Sinais Primaveris,(31.03.2006), neste blogue, sobre o visível impacto que o ACTIVboard tinha sobre o João.

Passados estes anos, eis um novo testemunho exemplar, publicado na rede Interactic 2.0 (21 março 2009)! Parabéns, Inês, pela tua persistência e pela tua capacidade inovadora e criadora! O reconhecimento acaba sempre por eclodir.

Para as pessoas sem deficiência, a tecnologia torna as coisas mais fáceis.
Para as pessoas com deficiência, a tecnologia torna as coisas possíveis.
Mary Pat Radabaugh

Para mim as tecnologias facilitaram-me a INTEGRAÇÃO, do meu aluno NEE, possível.
Tenho há quatro anos um aluno com Trissomia 21...
Há quatro anos que iniciei o trabalho com o quadro interactivo da Promethean...
Há 15 dias fui à TVI dar conta desta integração... pois a mãe do aluno quis homenagear a turma e professoras, do regular e do especial, pelo trabalho que têm desenvolvido ao longo dos quatro anos do 1º ciclo...
Não tendo tido oportunidade, no programa televisivo, de expôr a influência positiva que teve o uso frequente do quadro interactivo, na integração do aluno, na turma, gostaria de partilhar esse mesmo facto aqui.
Começo por dizer que no 1º ano o meu aluno refugiava-se, isolando-se dos colegas e detestando exposições em público.A minha preocupação era que não lhe faltasse nenhum recurso humano (tarefeira e colega do ensino especial) e físico (material didáctico, computador e software adequado às suas necessidades).
Com a instalação do quadro interactivo e o seu uso integrado na dinâmica metodológica da aula vou registando sinais, por parte do aluno, recusando-se a fazer as actividades preparadas para si no computador, SOZINHO, mesmo com software específico e com a atenção especial que lhe era dedicada. O que pretendia era, somente, fazer O MESMO que os colegas faziam, no quadro interactivo.

E a integração começou através do quadro interactivo, permitindo-lhe aprender as mesmas técnicas de utilização como os colegas e mais tarde, quando o domínio das técnicas estava assegurado, a participar na produção de flipcharts para posteriores exposições e comunicações à turma. O aluno passa a fazer parte dos trabalhos de projecto em grupo onde, aí, os colegas são responsabilizados na preparação, integrando o colega, de informação adequada a ser apresentada, no quadro interactivo, pelo colega NEE.
O isolamento desaparece, a integração é uma constante e a exposição, em público, passa a ser um desejo, um prazer.
Ao fim destes quatro anos o aluno vai à TVI expôr-se, sem qualquer inibição, mostrando ser um elemento, COMO OS OUTROS, imprescindível no sucesso de uma coreografia aí apresentada.
A integração do quadro interactivo na dinâmica da aula veio facilitar a integração de um aluno NEE no grupo turma tornando assim... POSSÍVEL o seu harmonioso desenvolvimento e ... tantas coisas mais!

quarta-feira, 30 de abril de 2008

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Na escola com a geração Y

foto extraída desta página


Hoje, quando se fala de escola, nem sempre quem está fora dela entende quem está no seu interior. E os que estão no seu interior também nem sempre se entendem... Vamos ver se nos entendemos: na complexidade de uma Escola Secundária, por exemplo, mais do que em qualquer outra instituição, há um encontro de gerações completamente diferentes, logo, a comunicação e as relações que se estabelecem, por vezes, são conflituosas. São inúmeras as razões e motivos, mas tentaremos, neste breve artigo, analisar uma vertente que nos pode auxiliar a clarificar melhor a nossa perspectiva.

De acordo com a definição de Linda Nazareth, as diferentes gerações que coexistem na sociedade, portanto também na escola, são: baby boomers – os nascidos a seguir à segunda guerra mundial (1946-1964); geração X, nascidos entre 1965 e 1976 e a geração Y ou Millennials, aqueles que nasceram entre 1977 e 1999.

Considerando os Auxiliares da Acção Educativa, passando pelos funcionários administrativos, até aos Professores de diferentes idades e aos alunos tão heterogéneos, encontramos indivíduos com idades compreendidas entre os 10 e os 65 anos... Temos, então, 3 gerações em coabitação constante num mesmo espaço!

São, pois, os da geração Y que desejamos conhecer melhor! São esses os alunos que encontramos sentados à nossa frente na sala de aula... Quem são? Quais são os seus interesses? Como vêem e vivem a escola? Como se sentem perante o professor? Que livros gostam de ler, que músicas preferem e como gostam de passar o tempo de lazer? Como usam as tecnologias de informação e comunicação? Que normas regulam os seus comportamentos e atitudes?

Esta geração, que nasceu com o comando da TV numa mão, a consola de videojogos na outra e os auscultadores nos ouvidos, enquanto lê algumas passagens do Harry Potter e aproveita para enviar uma SMS ao amigo, perguntando-lhe se leva as Adidas ou as Nike no dia seguinte para a escola, é também conhecida como Geração Multitarefa (Multitasking).

Alguns pais e encarregados de educação mostram extrema perplexidade perante o quarto aparentemente desorganizado dos seus adolescentes: televisão ligada, computador com chat e várias páginas da net abertas, livros e cadernos espalhados, telemóvel, máquina fotográfica e música, tudo em simultâneo, constituem o seu espaço de trabalho. E perguntam: como conseguem estes jovens manter a concentração e construir momentos de aprendizagem significativa e duradoura, adoptando este método?!

Segundo Jordan Grafman, chefe da secção de neurociência cognitiva do National Institute of Neurological Disorders and Stroke (NINDS), as crianças que conversam nas mensagens instântaneas, enquanto realizam os seus trabalhos escolares, jogam online e vêem televisão poderão apresentar problemas a longo prazo.

Mais adiante, ainda no mesmo artigo da TIME, e de acordo com David E. Meyer, director do laboratório Cérebro, Cognição e Acção, da Universidade de Michigan, as tarefas realizadas em simultâneo tendem a demorar mais tempo a concretizar-se e a evidenciar mais erros do que as que são realizadas de forma sequencial.

Será que os jovens concordam com estas afirmações? Veja este vídeo e ouça os seus testemunhos sobre as suas capacidades multitarefa:


Se, por um lado, os pais parecem conscientes da quantidade de meios tecnológicos postos por si à disposição dos filhos, por outro, queixam-se da desconcentração e dispersão dos mesmos, não fazendo esforços no sentido de estabelecer regras de utilização e de controlo do consumo exagerado dessas mesmas tecnologias.

De acordo com o estudo desenvolvido pela Kaiser Family Foundation, em 2005, nos lares onde se exerce algum controlo sobre o que os filhos vêem e o tempo que passam diante dos media, os pais conseguem diminuir o excesso de uso e "convivência" com as tecnologias de informação e comunicação. Consequentemente, promove-se a leitura!

A utilização das tecnologias em contexto educativo é uma realidade. E é fundamental assumir que esses meios podem resultar numa melhoria nas aprendizagens.

A escola e os professores desempenham, então, um papel extremamente importante nesta problemática, na medida em que poderão contribuir para a regulação sensata do seu uso.

Neste âmbito, estamos convictos de que os Quadros Interactivos (Q.I.), usados com metodologias adequadas e bem orientadas e com conteúdos bem elaborados, promovem momentos significativos de aprendizagem colaborativa.

É aqui que as várias gerações (que importa a letra que as designam!) podem convergir e rapidamente caminhar lado a lado na aventura da informação e da comunicação com tecnologias, com o objectivo de construir um conhecimento sólido, estruturado e duradouro!

Ao utilizar os Q.I. diante dos seus alunos, alguns professores demonstrarão prováveis dificuldades de uso das múltiplas ferramentas multimédia... Esta é uma excelente oportunidade para dar aos alunos abertura para auxiliar o professor e de os deixar sugerir novas abordagens, outras estratégias, outras ferramentas que possam ajudar a construir momentos de aprendizagem inovadores e diferentes em conjunto; por seu lado, o professor, no papel de orientador, guia e moderador, ajudará os alunos a concentrar-se, a focar a atenção num determinado conteúdo, numa tarefa, num raciocínio, num esquema, num texto, utilizando essas mesmas tecnologias, sem dispersão!

Com o Quadro Interactivo, alunos e professores desenvolverão um trabalho colaborativo, trocando ideias, partilhando experiências e conhecimentos, criando contextos enriquecedores e motivadores.

Acontecerá aqui o ponto de encontro entre estas gerações?


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quarta-feira, 5 de março de 2008

Uma imagem vale por mil palavras…


Os manuais escolares sempre recorreram à imagem para ilustrar este ou aquele texto. Ainda nos bancos da escola, era recorrente, em cada ano, aparecerem as mesmas imagens, como se os autores desejassem gravar na nossa memória certas referências culturais importantes ou associar um texto com determinada imagem, para nos ajudar a melhor compreender a mensagem veículada por ele.
No início de cada ano lectivo, ainda muito jovem, não descansava enquanto não percorria de lés-a-lés todas as páginas de todos os manuais escolares. Adorava olhar para as imagens, ler as legendas...
A imagem teve e terá, pois, um valor e uma importância relevante em contextos de aprendizagem. Tal como eu, muitos outros alunos, com um estilo de aprendizagem predominantemente visual e cinestésico, valorizavam a imagem para apreenderem os conteúdos.
A propósito da "imagem", recordo com imensa felicidade um dos mais belos e agradáveis momentos da minha vida...
A Mona Lisa ou Gioconda de Leonardo da Vinci, entre muitas outras telas e esculturas, sempre exerceu sobre mim um misterioso fascínio. Os manuais de História, de Francês, Inglês, Português faziam questão de reproduzir esta imagem... Recorda-se?!
Pois bem, logo que tive a oportunidade, fui ao encontro do "sorriso" sedutor e mais famoso do mundo, no Museu do Louvre, em Paris. Não explicarei aqui o êxtase e a felicidade indescritíveis daquele momento....
Apenas deixo esta nota para demonstrar o quanto uma imagem pode significar para quem a vê. Se pensarmos que cada imagem contém dois elementos: o denotativo e o conotativo, facilmente percebemos a quantidade de informação que uma imagem pode transportar.
Imagine, agora, esta imagem num formato "gigante", num quadro interactivo, sobre a qual poderá fazer anotações diante dos alunos; os alunos, eles próprios, poderem escrever adjectivos que melhor caracterizem os seus sentimentos e sensações evocadas por aquela imagem... Mais ainda, como o poder evocativo da imagem é ilimitado, cada aluno, de acordo com a sua experiência e contexto, pode apresentar o seu ponto de vista, a sua perspectiva sobre o que chega até ele. As interacções, a partilha e o debate devem ser privilegiados! Esta interacção cinestésica e visual com a imagem reforça a compreensão e a memorizaçao! E, no fim, guarda-se tudo...

A colega Maria Inês Conceição relata a sua experiência sobre a exploração da imagem em contexto de ensino e aprendizagem, no 1º Ciclo:

*********************************************************************************

O contexto da sala de aula mudou.

Qualquer um, naturalmente, diria isto ao entrar na minha sala de aula e ao ficar deslumbrado com o equipamento tecnológico lá existente – computador ligado à Internet, impressora multifunções, vídeoprojector, quadro interactivo ACTIVboard, leitor de CD e máquina fotográfica digital. Nada mal!... Para uma sala do 1º Ciclo, em Castelo de Paiva!

Também eu me deslumbro dentro daquelas quatro paredes, já não tanto com o equipamento, mas com o ambiente participativo e dinâmico que envolve as actividades, muito decorrente do uso dessas mesmas tecnologias.

Vejamos um exemplo.

Na semana passada, a partir da leitura do II capítulo, do livro, “A Floresta” de Sophia de Mello Breyner, foi proposto à turma o seguinte desafio: seleccionar, no texto, contextos susceptíveis de serem explorados matematicamente, isto é, teriam que inventar situações problemáticas.

Decorrida a actividade, em grupo, a turma dá conta que houve um conteúdo (o tempo – horas, minutos) que, apesar de já as saberem, não o conseguiram explorar, de acordo com a proposta. O objectivo de saber ler as horas tinha sido atingido, mas a competência de as saber usar ainda não.

Não demorou muito para que a turma se lembrasse de quatro flipcharts do ano passado: Medir o tempo I, II, III e IV (disponíveis em Glossário – Partilha de Recursos http://www.interactportugal.com/) para a necessária revisão e reforço da matéria.

Impossibilitados de aceder ao Q.I., por falta de lâmpada no vídeoprojector, desencadearam-se outras acções: copiámos os referidos flipcharts para o ambiente de trabalho e depois cada aluno munido de pen ou CD dirigiu-se ao computador e copiou-os, levando para casa (TPC? Não, de maneira alguma!). No dia seguinte, relembravam os flipcharts, as imagens, as propostas, as situações com um entusiasmo contagiante!

Tudo estava tão presente!... Houve uma economia de tempo, facilitou-se a compreensão e acelerou-se a aprendizagem!

É este ambiente que me deslumbra, que me motiva, levando-me a questionar e reflectir sobre o impacto que ambientes informatizados, com ferramentas de grande potencial como os quadros interactivos têm para a aprendizagem e conhecimento do aluno, dentro de uma perspectiva construtivista.

Relembrando a relação entre aprendizagem e processos cognitivos, à luz da teoria de Piaget, saliento o quão importante se tornam, nestes ambientes, as imagens e as acções dos alunos.

A criança, no 1º Ciclo, apresenta uma atenção pouco estável, daí o uso da imagem poder ajudar a captar essa mesma atenção.

É reconhecido que o recurso à imagem facilita a aprendizagem da leitura e escrita, assim como da matemática. A imagem, na sua função estética, com cor, rompe com a monotonia, dando mais criatividade a uma mensagem (ex.: um texto ilustrado e colorido é mais apelativo esteticamente). Se o professor, após ou durante uma explicação, apresentar uma imagem, esta permite um reforço perceptivo, facilitando a compreensão e a memorização de vários aspectos que passariam despercebidos com uma explicação essencialmente oral. Nunca esquecendo a capacidade de memorização visual que têm as crianças desta faixa etária! (Um flipchart colorido, atractivo, estético os alunos não o esquecem mais!).

Ainda valorizando o poder da imagem, no 1º Ciclo, a sua utilização gera atitudes de participação activa, diálogo, comunicação com os outros e fomenta a cooperação entre os alunos.

Quando se tem, dentro da sala de aula, um quadro interactivo onde se pode desfrutar desse colorido de imagem, onde se tem a facilidade de ampliar, facilitando a visualização de detalhes, onde o próprio escurecimento da sala permite concentrar a atenção, do aluno, no quadro, onde se tem a facilidade de manipulação no sentido de voltar atrás ou parar na imagem pretendida, onde os flipcharts servem como ponto de referência a uma aprendizagem, então reúnem-se excelentes condições para uma melhor integração da aprendizagem, aumento da compreensão e retenção da informação essenciais para a sua progressão na escolaridade.

E se a este recurso à imagem lhe podermos agregar música e um dinamismo obtido através de manipulação directa sobre as imagens que se apresentam no quadro interactivo?!

A importância da acção e dinamismo que os quadros interactivos tão bem proporcionam ficam para outra abordagem…

Para terminar não pretendo deixar “a imagem” de que os ambientes informatizados, por si só, garantem a construção do conhecimento. O mais importante é que o professor tire o maior proveito do potencial destes equipamentos, no sentido de estimular a aprendizagem e a interactividade, integrando metodologias dinâmicas e colaborativas.


Maria Inês Conceição
EB1nº2 de Castelo de Paiva
9 de Fevereiro 2008


sábado, 2 de fevereiro de 2008

Afinal, onde está a interactividade?

Quase dois anos passados a pensar, a reflectir, a analisar conteúdos produzidos pelos professores do Projecto “Interact – quadro interactivo nas salas de aula”, desde o pré-escolar ao ensino secundário, nas várias disciplinas, na plataforma moodle Interact Portugal, ocorre-me lançar algumas questões sobre as quais devemos debruçar-nos para investigação e acção futuras.

No âmbito deste projecto que promove a adopção de uma tecnologia inovadora no ambiente de sala de aula – o quadro interactivo –, acoplada a duas outras mais ou menos conhecidas e utilizadas pelos professores, com maior ou menor regularidade, tivemos em conta, desde logo, o conceito de “interactividade”. Embora, na nossa mente, estivesse obviamente a interacção associada à relação entre o professor e a máquina (quadro, videoprojector, computadores e interfaces gráficos), não descurámos a abrangência desta noção à relação entre as pessoas, neste caso, entre os próprios professores e entre estes e os seus alunos.

Neste sentido, temos várias vertentes de análise quanto a este conceito de interactividade e das suas múltiplas implicações:

  1. como construo os meus conteúdos, de modo a promover a interactividade dos alunos com o “objecto de aprendizagem”?
  2. que vantagens obtenho, se os conteúdos fomentarem a interactividade?
  3. a interactividade, privilegiando os estilos de aprendizagem cinestésico, visual e auditivo, promovem com mais eficácia as aprendizagens?
  4. que competências ou recursos preciso de adquirir ou desenvolver para alcançar um maior nível de confiança na promoção das interacções, seja para a construção de conteúdos seja para desenvolver um trabalho e relações mais colaborativas?
  5. tendo em conta que um maior ou menor grau de interacção requer ritmos e tempos diferentes, que mudanças podem ou devem ser realizadas nos currículos e nos programas das várias disciplinas e ciclos de ensino?
  6. que período de tempo necessito para me adaptar à tecnologia e às diferentes ferramentas de produtividade pessoal (ACTIVstudio, ACTIVprimary, entre outras…), baseado no conceito da curva de aprendizagem, de modo a tirar, com sucesso, o maior partido das mesmas?
  7. quando construo um “objecto de aprendizagem”, como ou com base em que critérios escolho os textos, as imagens, as animações, o áudio, o vídeo, a cor; o movimento, os gráficos, os tamanhos e tipos de letra, a disposição dos objectos na interface?
  8. Quando associo uma imagem a um texto ou vice-versa, que informação pretendo veicular e que resultados espero obter na construção do conhecimento dos alunos, sem incorrer no risco de aumentar a carga cognitiva?
  9. tenho eu a noção clara que, dos níveis de interacção alcançados entre mim e os meus alunos, entre eles próprios e entre nós e as tecnologias poderemos construir mais conhecimento, criar relações mais sólidas, desenvolver mais competências e, consequentemente, atingir um maior sucesso?
  10. as Comunidades de Prática (CdP) virtuais, como a rede INTERACTiC 2.0 – Escola com TiC Social, no qual, como conclui José L. Rodrigues (2007) “o conceito central de aprendizagem se enriqueceu e tornou mais ubíquo, num processo de transformação que mudará também a própria concepção de educação – como parece inevitável nesta sociedade digital em que nos encontramos”, poderão facilitar e proporcionar-me o conhecimento e as competências de que necessito, através da minha interacção, da minha cooperação com outros membros, criando afectos e relações de confiança e sentimento de pertença?

E é olhando para cada um dos mais de 1000 flipcharts já produzidos neste Projecto que me deixo levar por todas estas questões inerentes à utilização destas Tecnologias na sala de aula.

Em breve, com o apetrechamento de salas de aula de escolas portuguesas com quadros interactivos, no âmbito do Plano Tecnológico da Educação, teremos um “tsunami” de questões, de problemas, de situações com as quais os professores poderão ter de se confrontar e às quais procurarão responder…

E, nós, estaremos aqui para ajudar! Afinal, estamos aqui para interagir…

_________________________

Referência

Rodríguez, José L. (2007). Como as comunidades virtuais de prática e de aprendizagem podem transformar a nossa concepção de educação. Texto da conferência proferida na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, a 31 de Maio de 2007. Sísifo. Revista de Ciências da Educação, 3, pp. 117-124. Consultado em [Janeiro, 2008] em http://sisifo.fpce.ul.pt




sexta-feira, 31 de março de 2006

"Os primeiros sinais primaveris aí estão..."

Há dias, num dos comentários feitos por um anónimo, repliquei deste modo: "Há quem não tenha consciência profissional e revele muito pouco respeito por quem deseja mudar, preocupando-se pouco com o (in)sucesso dos nosso alunos e do ensino em Portugal!"

Hoje, deixo aqui um testemunho real e actual da professora Maria Inês Conceição, cujo conteúdo poético e primaveril, mas profundamente sério e pedagógico, nos faz reflectir sobre as potencialidades e vantagens dos Q.B.I na sala de aula...

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Primavera Interactiva

A Primavera chegou este mês com todo o seu potencial de renovação de vida, cor e sentimentos.

Foi neste espírito que chegou o Quadro Interactivo (QI) à minha sala, à minha vida profissional (20 anos de serviço), aos meus alunos (18, do 1º ano) e à minha escola (EB1 nº2 de Castelo de Paiva).

Um pouco acanhadas, as flores vão desabrochando, colorindo e perfumando a Natureza, ingredientes necessários à imaginação e poesia….Tem sido neste paralelismo sentimental que o QI tem entrado nas aulas, deixando que a luz, a cor, o som, o movimento, … deixem brotar essa mesma imaginação.

O meu parecer sobre esta nova tecnologia educacional deve ser entendido num contexto a ter em conta:

- O nível de ensino que lecciono, com tudo o que lhe é inerente.

- A perspectiva de educação/ensino com conhecimentos e práticas que cultivo.

- O espírito de inovação, experimentação e avaliação.

Assim sendo, considero que não se deve entender o uso do QI como uma tecnologia de ensinar, programada para fazer com que as crianças aprendam com ela Matemática, Língua Portuguesa e Estudo do Meio. A relação da criança com o QI proporciona um certo desafio divertido, desenvolvendo um processo, do qual, a criança se vai tornando mais inteligente, podendo além disso utilizar esta capacidade em todas as áreas do conhecimento.

Convém que o QI seja considerado, não só, como mais um elemento integrante do meio informático que rodeia a criança, mas também como algo com o qual se pode comunicar e INTERAGIR.

“Interagir”, “interactivo”, estas são as palavras que fazem toda a diferença. Qualquer quadro branco, qualquer vídeo projector resolveria o problema da falta de atenção e motivação, mas é através de QI que a criança pode agir sobre o mesmo, com jogos, desenhos, pode falar com os seus desenhos, transformá-los, mudar-lhes a cor, dar-lhes animação, multiplicá-los… O enfoque difere notavelmente da utilização que se costuma fazer do computador como simples auxiliar de uma aula. Trata-se de um processo no qual a criança pergunta, age, e observa os efeitos da sua acção. E no grupo etário das crianças do 1º Ciclo como é importante a acção! É um factor decisivo na sua dinâmica de desenvolvimento.

As crianças têm mostrado grande entusiasmo e aprendem com surpreendente rapidez a utilizar a pen, as ferramentas… A utilização do QI dá à criança a sensação de poder fazer.

A interacção com o quadro facilita às crianças a descoberta de novos caminhos que podem mudar radicalmente as suas formas de aprendizagem, o desenvolvimento intelectual, afectivo e comportamental.

«A minha turma integra um aluno com Trissomia 21, é uma criança com um comportamento muito específico e que uma das suas características é refugiar-se, afastando-se de actividades colectivas em que tenha de se exibir. Na apresentação do QI (1º dia de funcionamento), foi esse mesmo aluno que foi estrear o quadro, arrastando as letras do seu nome, mostrando à turma que era ele que estava ali. Fez isto com um domínio surpreendente da ferramenta e acção (arrastar), apesar de se zangar com a sombra do seu corpo que teimosamente o impedia de encontrar a letra correcta para o nome!...

Este aluno desfrutou da partilha da sua actividade com os outros, mas teve o dobro do prazer quando contou com a aprovação geral da turma. O QI permite acrescentar ao gozo do sucesso o gozo social».

A interacção com o quadro está a ser levada como um jogo. Um jogo, que não é uma actividade supérflua nem é uma actividade oposta ao trabalho sério escolar mas, muito pelo contrário. Se quisermos captar a atenção e interesse da criança conseguiremos com facilidade se transformarmos a nossa actividade docente num verdadeiro jogo. Assim, consegue-se que a aprendizagem da criança se transforme na mais divertida das suas actividades e para ela, aprender será sinónimo de jogar. Com o QI consegue-se que aprendam pelo prazer da descoberta, do jogo.

O dinamismo que considero fundamental aplicar nesta actividade com o QI, é a motivação que constitui a força que permite avançar em todos os domínios. Esta actividade precisa, como é óbvio, do trabalho e investigação do educador para conhecer quais as estratégias que são mais relevantes para o desenvolvimento da criança e fomentá-las, ao mesmo tempo que tem de avaliar a sua pertinência neste processo complexo de aprendizagem.

«Uma das actividades diárias na minha sala é a leitura de uma história, ora por mim ora pelos alunos que se oferecem. Uma tarde, a história foi lida no QI. O trabalho de preparação da história foi feito em casa (Flipchart: O conto das Estações: Trunfas o espantalho – 8 páginas). As crianças seguiram a história observando as imagens, desta vez no QI, como faziam com as figuras do livro, mas desta vez tiveram oportunidade de acompanhar a leitura do texto.

Mesmo sendo uma actividade mais passiva, o acompanhamento da leitura teve as suas vantagens pedagógicas. No entanto, revelaram muito mais entusiasmo nos flipcharts que se seguiram posteriormente, de exploração da história, onde a tónica está na interacção, no tal jogo».

O importante é saber como pensam e aprendem a pensar as crianças e então procurar as condições necessárias para que estas se entreguem comodamente à experimentação. Isto implica um contacto, não condicionado, entre a criança e o quadro, para que aquela vá canalizando, devidamente, acção e pensamento.

Os primeiros sinais primaveris aí estão… e naturalmente seguem o seu curso, dando-nos frutos mais tarde.

Como fruto, interessa criar uma cultura interactiva que ajuda não só a aprender, mas também a aprender sobre a aprendizagem, constituindo o Quadro Interactivo um elemento de auto-desenvolvimento mental para a criança que o utiliza. Isto é, interessa ensinar-lhes uma nova linguagem, a da programação.

Maria Inês Duarte Vieira da Conceição

31/03/2006