quinta-feira, 4 de setembro de 2008
sábado, 12 de julho de 2008
Blogue do Projecto Interact em votação
o blogue do Projecto Interact - quadro interactivo nas salas de aula encontra-se em votação para os prémios SUPER Blob AWARDS.
Agradecemos profundamente que demonstre a sua preferência, votando neste sítio.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
4º Encontro do GT-PA (Grupo de Trabalho-Pedagogia Para a Autonomia)

(Grupo de Trabalho-Pedagogia Para a Autonomia)
(re)construir a esperança na educação
- 3, 4 e 5 de Julho de 2008 -
Universidade do Minho – Anfiteatro Multimédia (IEP)
Descarregue
o programa
daqui
Organização:
Flávia Vieira, Maria Alfredo Moreira, Maria do Céu Melo, José Luís Silva
[Departamento de Metodologias da Educação, Instituto de Educação e Psicologia. UM]
Apoios:
IEP/ DME/ CIEd (UM) - FCT (Fundação para a Ciência e a Tecnologia) - Edições Pedago
Página da Internet do evento
O Agrupamento de Escolas do Búzio (Vale de Cambra)
estará representada neste encontro, na 6ª feira, dia 4,
entre as 12.00 e as 13.00 h., com a comunicação:
Articulação vertical no ensino da Matemática:
que contributo para a autonomia dos alunos?
Hernâni Parente, José Paulo Santos, Ana Margarida Martins, Sandra Pinho,
Aurora Tavares, Violeta Oliveira, Cesarina Fortuna e Graça Santos
sexta-feira, 27 de junho de 2008
50.000 visitas ao blogue do Projecto INTERACT!

para o blogue do Projecto Interact - quadro interactivo nas salas de aula!
Desde a sua abertura, em 27 de Fevereiro de 2006,
contamos o belo número de
visitasA todos aqueles que por aqui passam ou passaram,
deixamos aqui a nosso profundo agradecimento.
terça-feira, 24 de junho de 2008
Observatório da Língua Portuguesa apresentado hoje em Lisboa

O Observatório da Língua Portuguesa (OLP), instituição que pretende acompanhar a projecção da língua portuguesa, fomentando a sua divulgação e dando a conhecer dados estatísticos, é apresentado hoje em Lisboa, disse à Lusa um dos seus promotores. Francisco Nuno Ramos acrescentou que o objectivo é alcançar o estatuto de observador associado junto da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). A apresentação pública será feita numa cerimónia a realizar ao fim da tarde [18.00h], na Fundação Cidade de Lisboa, presidida pelo secretário-executivo da CPLP, Luís Fonseca, durante a qual será lançado o livro 'Da Lusitanidade à Lusofonia', do professor Fernando Cristóvão. [A apresentação do livro será feita por Roberto Carneiro]. Com a apresentação pública do OLP, que mantém há já alguns anos um sítio da Internet, será também divulgado o conselho de administração, que integra Eugénio Anacoreta Correia, Eduarda Boal, Anabela Rita e Francisco Nuno Ramos. "O sítio do OLP tem já uma existência de alguns anos. Neste momento, pretende-se dar-lhe um corpo organizativo e uma nova dinâmica para que a concretização dos seus objectivos", vincou Francisco Nuno Ramos à Lusa. |
Em entrevista à Lusa, Fernando Cristóvão afirmou que a maior desgraça da língua portuguesa é ter mais do que uma ortografia. "Fazemos parte de uma comunidade em que tudo deve ser comum, a começar pela língua. Só que nenhuma língua tem duas ortografias e só a nossa tem essa desgraça", sustentou Fernando Cristóvão, professor jubilado da Faculdade de Letras de Lisboa. Na obra que será lançada nesta terça, pela editora Almedina, Fernando Cristóvão reflete sobre o ensino, a difusão e o patrimônio da língua portuguesa, apresentando ensaios e conferências proferidas em Lisboa, Recife, Paris, Mérida (Espanha), Japão, China e Índia, entre 1983 e 2007. "É também uma reflexão acerca da nação portuguesa, da nacionalidade, da língua portuguesa e da expansão da língua portuguesa", destacou. Fernando Cristóvão, que presidiu o antigo Instituto de Cultura e Língua Portuguesa, antecessor do Instituto Camões, defende que a língua "não é patrimônio de Portugal". "Ela pertence a todos os lusófonos. Nós, os portugueses, não somos donos da língua, somos condôminos, com mais sete [países], de uma língua que é comum, embora respeitando as variedades", acrescentou. Para Fernando Cristóvão "as variedades da língua portuguesa não prejudicam a unidade", a qual, considerou, "é feita num patamar superior". Defensor do acordo ortográfico, Fernando Cristóvão - um dos subscritores do documento no Rio de Janeiro - disse "lamentar muito a ignorância e, às vezes, um bocadinho de má-fé que andou por aí confundindo ortografia com língua". Fonte: UOL Notícias |
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Uma lata de refrigerante com navegador de Internet! Consegue imaginar?

Que aplicações poderá ter esta tecnologia na Educação?
Vamos discutir esta questão na rede INTERACTiC 2.0 escola com tic social
Veja o vídeo:
terça-feira, 17 de junho de 2008
Vamos ao Rio? I Congresso SECOND LIFE na EDUCAÇÃO
Vai decorrer no dia 28 de Junho de 2008 o I Congresso SECOND LIFE na EDUCAÇÃO, no Rio de Janeiro (Brasil), cujo tema é: Web 2.0 - Second Life - Software Livre Novos Ambientes para uma Nova Educação!De acordo com o programa disponível na página SL Educação,
haverá uma transmissão a partir do SL com a Universidade de Aveiro...
Desta vez estamos promovendo o "CONGRESSO Capítulo RJ" a ser realizado no próximo dia 28 de Junho. O do Rio de Janeiro será mais abrangente do que realizado em São Paulo. Terá mais de 6 horas de palestras, e será finalizado com uma importante Mesa Redonda, discutindo os principais aspectos expostos durante as palestras.

Aproveito para recordar que nos dias 26 e 27 de Junho 2008, vai decorrer, na Universidade de Aveiro, a conferência Comunicação, Educação e Formação no Second Life 2008 (c....
Mais informação e detalhes sobre as sessões quinzenais de esclarecimento e discussão em: http://cefsl.blogs.ca.ua.pt
Preparem as malas dos vossos avatares... ;-)
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Conferência: Developing Online Communities of Practice
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Viagem pelo Universo com Quadro Interactivo

Depois de instalado, inicie a sua viagem intergaláctica... Se, na sua sala de aula, possuir um Quadro Interactivo, poderá desfrutar da beleza das imagens, da vizualização em 360 graus e da deslocação do ecrã, além de poder fazer anotações e desenhar sobre as imagens.
Divirta-se com os seus alunos...
Veja este exemplo realizado com um quadro ACTIVboard, auxiliado com a ACTIVwand...
Apenas uma pequena nota: o computador deve ser "robusto" em memória, processador e capacidade em disco, além de possuir ligação à Internet! Dispõe desse equipamento na sua sala de aula?
terça-feira, 3 de junho de 2008
VIII Simpósio Internacional do GEDEI
ORGANIZAÇÃO
GEDEI - Grupo de Estudos para o Desenvolvimento da Educação de Infância
Departamento de Ciências da Educação
Centro de Investigação Educação e Ciências do Comportamento
Universidade de Aveiro
domingo, 1 de junho de 2008
DIA MUNDIAL DA CRIANÇA com VoiceThread
INTERACTiC 2.0
e em Da Janela do Meu Jardim
Já agora, pode participar neste projecto (Olho Humano)
e ainda neste (Poesia Portuguesa)
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Aprender com BD
Com efeito, eu nem sempre aprecio as figuras e ilustrações escolhidas pelos autores dos manuais, pelo que prefiro recorrer às minhas próprias imagens.
E por que não ir um pouco mais longe e criar verdadeiras histórias com imagens tiradas com a nossa máquina fotográfica ou com o telemóvel? Por que não pedir aos alunos que construam as suas narrativas, recorrendo a ferramentas da Web 2.0, tais como a Comiqs?
utilizaste o QI? Não, porquê? from jprsantos on Comiqs
quarta-feira, 7 de maio de 2008
A Maior Flor do Mundo ou 'La flor más grande del mundo'
a ser de leitura obrigatória para os adultos?
Seriam eles capazes de aprender realmente
o que há tanto tempo têm andado a ensinar?
José Saramago
A Maior Flor do Mundo é um livro escrito por José Saramago e ilustrado por João Caetano. Embora se dirija ao público infantil, os adultos encontrarão nele, certamente, símbolos e enigmas a decifrar, num mundo individualista, sem esperança e com falta de valores.
A partir desta obra, Juan Pablo Etcheverry criou uma encantadora curta-metragem com personagens em plasticina animadas. O narrador é o prémio Nobel da Literatura José Saramago. A composição musical deve-se a Emilio Aragón.De forma simbólica, durante dez minutos, embalados pela melodia, com ternura e magia, somos levados a reflectir sobre as pequenas coisas, sobre tudo o que nos rodeia, a natureza, a vida...
Desenhar e pintar com crianças
Se é professor, educador ou encarregado de educação e usa o computador para realização de tarefas, nomeadamente, desenhar e pintar, sugerimos dois programas gratuitos com elevadas potencialidades, onde o limite é a criatividade e a imaginação! Recomenda-se que se use uma mesa de desenho (ou digitalizadora) com caneta para substituir o rato.
O Tux Paint "é um programa de desenho para crianças (maiores de 3 anos). Possui um interface simples de usar, divertidos efeitos sonoros, e uma encorajadora mascote animada que ajuda as crianças a usar o programa (Ver lista completa de características). O Tux Paint oferece um quadro preto e inúmeras ferramentas de desenho para ajudar a sua criança a dar asas à criatividade."É, sem dúvida, um programa extremamente rico e simples de usar que merece fazer parte do conjunto de programas do nosso computador. Este programa também tem um pack de idiomas, incluindo o português! Veja aqui uma demonstração, neste vídeo:
O outro programa é o Sketch Studio, criado para ensinar as crianças a desenhar. Experimente estas ferramentas e veja-as a fazer os primeiros rabiscos...terça-feira, 6 de maio de 2008
Pela protecção do nosso planeta
Das nossas acções depende a saúde do nosso planeta. São já muitos os movimentos sociais, políticos, individuais e colectivos em prol da defesa e da conservação dos ecossistemas, dos oceanos, dos recursos naturais. Num esforço global, estamos convictos que ainda poderemos salvar o planeta azul...
A rede de aquários Eur-Oceans criou uma página rica em recursos informativos sobre este assunto, com vídeos, imagens e actividades direccionadas para as crianças e jovens. Participe!
Também a WWF (World Wild Fund) publicou um relatório Climate Solution - WWF's Vision for 2050, no qual apresenta soluções sobre as mudanças climáticas.
Outro movimento surgiu na Austrália: desligar as luzes e aparelhos eléctricos durante uma hora, dando origem à 60 Earth Hour, com uma participação entusiástica em todo o mundo! Subscreva e apoie este movimento!
O que sabe sobre o acordo ortográfico?
- Observatório da Língua Portuguesa
- Ciberdúvidas da Língua Portuguesa
- Portal da Língua Portuguesa
- Instituto Internacional de Língua Portuguesa
- CPLP Comunidade dos Países de Língua Portuguesa
Exploradores Lunares
Já que não podemos realizar nós próprios a viagem, enviemos o nosso nome para a Lua.Para conhecer melhor esta missão, veja os vídeos. Pode também aceder a fabulosas imagens em alta resolução.
Seja um explorador lunar! Durante vários anos, o seu nome andará na órbita da Lua, bastando, para tal, inscrever o seu nome no projecto da NASA. Automaticamente, será criado um certificado de participação em formato PDF, que poderá guardar ou imprimir.
Até ao dia 28 de Junho de 2008, ainda pode registar o seu nome em Send Your Name To The Moon
Já agora, se é professor, explore esta página com recursos educativos sobre esta temática.
quarta-feira, 30 de abril de 2008
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Na escola com a geração Y
Considerando os Auxiliares da Acção Educativa, passando pelos funcionários administrativos, até aos Professores de diferentes idades e aos alunos tão heterogéneos, encontramos indivíduos com idades compreendidas entre os 10 e os 65 anos... Temos, então, 3 gerações em coabitação constante num mesmo espaço!
São, pois, os da geração Y que desejamos conhecer melhor! São esses os alunos que encontramos sentados à nossa frente na sala de aula... Quem são? Quais são os seus interesses? Como vêem e vivem a escola? Como se sentem perante o professor? Que livros gostam de ler, que músicas preferem e como gostam de passar o tempo de lazer? Como usam as tecnologias de informação e comunicação? Que normas regulam os seus comportamentos e atitudes?
Esta geração, que nasceu com o comando da TV numa mão, a consola de videojogos na outra e os auscultadores nos ouvidos, enquanto lê algumas passagens do Harry Potter e aproveita para enviar uma SMS ao amigo, perguntando-lhe se leva as Adidas ou as Nike no dia seguinte para a escola, é também conhecida como Geração Multitarefa (Multitasking).
Alguns pais e encarregados de educação mostram extrema perplexidade perante o quarto aparentemente desorganizado dos seus adolescentes: televisão ligada, computador com chat e várias páginas da net abertas, livros e cadernos espalhados, telemóvel, máquina fotográfica e música, tudo em simultâneo, constituem o seu espaço de trabalho. E perguntam: como conseguem estes jovens manter a concentração e construir momentos de aprendizagem significativa e duradoura, adoptando este método?!Segundo Jordan Grafman, chefe da secção de neurociência cognitiva do National Institute of Neurological Disorders and Stroke (NINDS), as crianças que conversam nas mensagens instântaneas, enquanto realizam os seus trabalhos escolares, jogam online e vêem televisão poderão apresentar problemas a longo prazo.
Mais adiante, ainda no mesmo artigo da TIME, e de acordo com David E. Meyer, director do laboratório Cérebro, Cognição e Acção, da Universidade de Michigan, as tarefas realizadas em simultâneo tendem a demorar mais tempo a concretizar-se e a evidenciar mais erros do que as que são realizadas de forma sequencial.
Será que os jovens concordam com estas afirmações? Veja este vídeo e ouça os seus testemunhos sobre as suas capacidades multitarefa:
Se, por um lado, os pais parecem conscientes da quantidade de meios tecnológicos postos por si à disposição dos filhos, por outro, queixam-se da desconcentração e dispersão dos mesmos, não fazendo esforços no sentido de estabelecer regras de utilização e de controlo do consumo exagerado dessas mesmas tecnologias.
De acordo com o estudo desenvolvido pela Kaiser Family Foundation, em 2005, nos lares onde se exerce algum controlo sobre o que os filhos vêem e o tempo que passam diante dos media, os pais conseguem diminuir o excesso de uso e "convivência" com as tecnologias de informação e comunicação. Consequentemente, promove-se a leitura!
A utilização das tecnologias em contexto educativo é uma realidade. E é fundamental assumir que esses meios podem resultar numa melhoria nas aprendizagens.A escola e os professores desempenham, então, um papel extremamente importante nesta problemática, na medida em que poderão contribuir para a regulação sensata do seu uso.
Neste âmbito, estamos convictos de que os Quadros Interactivos (Q.I.), usados com metodologias adequadas e bem orientadas e com conteúdos bem elaborados, promovem momentos significativos de aprendizagem colaborativa.
É aqui que as várias gerações (que importa a letra que as designam!) podem convergir e rapidamente caminhar lado a lado na aventura da informação e da comunicação com tecnologias, com o objectivo de construir um conhecimento sólido, estruturado e duradouro!
Ao utilizar os Q.I. diante dos seus alunos, alguns professores demonstrarão prováveis dificuldades de uso das múltiplas ferramentas multimédia... Esta é uma excelente oportunidade para dar aos alunos abertura para auxiliar o professor e de os deixar sugerir novas abordagens, outras estratégias, outras ferramentas que possam ajudar a construir momentos de aprendizagem inovadores e diferentes em conjunto; por seu lado, o professor, no papel de orientador, guia e moderador, ajudará os alunos a concentrar-se, a focar a atenção num determinado conteúdo, numa tarefa, num raciocínio, num esquema, num texto, utilizando essas mesmas tecnologias, sem dispersão!
Com o Quadro Interactivo, alunos e professores desenvolverão um trabalho colaborativo, trocando ideias, partilhando experiências e conhecimentos, criando contextos enriquecedores e motivadores.
Acontecerá aqui o ponto de encontro entre estas gerações?
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111 491 computadores para as escolas
No âmbito do Plano Tecnológico da Educação, foi aberto o concurso público internacional para fornecimento, instalação e manutenção de 111 491 computadores nas escolas do 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário, num valor estimado em cerca de 70 milhões de euros.Acrescenta ainda "... em todas as salas de aula das escolas em causa, haverá um computador novo, que suportará a utilização dos videoprojectores e dos quadros interactivos, cuja aquisições por concurso público internacional serão anunciadas ainda em Abril."
Foto: Primeiro-Ministro José Sócrates na apresentação do Plano Tecnológico da Educação, Lisboa, 23 Julho 2007 (Foto: Ricardo Oliveira - GPM)
terça-feira, 22 de abril de 2008
Experiência Visual Imersiva com Vídeo em 360 graus
A tecnologia do vídeo ultrapassa-se a si própria aqui, fornecendo vídeo navegável e imersivo em 3D.
Veja por si! Logo que o vídeo inicie, clique com o seu rato sobre as imagens e arraste-o em direcções diferentes:
Viaje num mundo esférico:
Explore os recifes de corais do Sul do Pacífico:
Assista a um jogo de basquetebol:
Venha até à Nova Guiné e deixe-se envolver pelas danças e cantos dos nativos:
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segunda-feira, 7 de abril de 2008
7 de Abril 1969 - Nasce o que hoje chamamos Internet
Outro evento, talvez pouca gente saiba, marcou simbolicamente o aparecimento do que hoje conhecemos por Internet, através dos RFC (Request for Comment). O autor da RFC 1 foi Steve Crocker.
segunda-feira, 31 de março de 2008
Twitter no Ensino

Este serviço foi lançado no ano passado e, desde então, as redes vão-se construindo.
Este "big brother" da Internet permite-nos dar a conhecer "o que estamos a fazer" a cada instante. Os nossos amigos, se assim o desejarem, podem "seguir" o nosso "diário".
Curiosamente, através de pequenos textos (até 140 caracteres), podemos ir dando informações sobre o que vamos fazendo, os sites que visitamos, os livros que lemos ou a música que ouvimos,... É uma forma interessante de partilha interactiva do conhecimento!
Indo um pouco mais longe, o Tom Barrett criou um modo de utilização desta ferramenta em contexto educativo. O jornalista António Granado (que eu sigo no Twitter!), no seu blogue Ponto Media, descobriu um "post" que vale a pena ler.
É, sem dúvida, uma ferramenta útil e, porventura, motivadora para utilizar dentro e fora da sala de aula Twitter - A Teaching and Learning Tool.
Já agora, aqui fica o meu Twitter
segunda-feira, 17 de março de 2008
Web 2.0 muda o comportamento humano e o Mundo
A web 2.0 é um estado de espírito. A web 2.0 cria laços, constrói redes de pessoas, fomenta a comunicação entre elas através do planeta.
A Web 2.0 ajuda-nos a encontrar soluções colaborativas
para o mundo em que vivemos!
Se eu não acreditar nisto,
que esperança estarei a transmitir às futuras gerações?!
We'll never be apart,
One heart, one mind yeah
One day we'll be together
Remember this old world is yours and mine
Bob Sinclar
"Together"
CEF SL 2008 - Comunicação, Educação e Formação no Second Life

Vimos por este meio convidá-lo a participar na conferência Comunicação, Educação e Formação no Second Life 2008 (cef^sl 2008), que se realizará na Universidade de Aveiro nos próximos dias 26 e 27 de Junho. Com esta conferência pretende-se reunir a comunidade científica, educativa e tecnológica lusófona interessada no desenvolvimento do conhecimento e na partilha de experiências de utilização do Second Life, como forma de complementar e enriquecer as experiências educativas nos mais diversos contextos de vida, de trabalho e de aprendizagem formal e informal. As actividades do cef^SL 2008 serão complementadas por workshops (ver programa abaixo) que se realizarão durante o dia 28 de Junho, mediante inscrição.
Os artigos submetidos serão objecto de uma revisão double-blind, efectuada pelos membros da Comissão Científica e por revisores especializados nesta área de investigação, indicados pelos membros da Comissão.
Datas Importantes:
30 de Abril - data limite para submissão de artigos
15 de Maio - comunicação e aceitação aos autores
30 de Maio - data limite para early-registration
26 e 27 de Junho – conferência
28 de Junho – workshops
Submissão de artigos e estratégias de publicação:
Os artigos devem ser submetidos nas datas indicadas (até 30 de Abril) respeitando o modelo de artigo publicado no site da conferência. Todos os artigos aceites para a conferência serão publicados nas actas de conferência. Os melhores artigos serão convidados a integrar um livro a editar pela Oxford University Press.
Serão, ainda, seleccionados alguns artigos para uma edição da revista Prisma (revista de Ciências da Informação e da Comunicação) sobre "Comunicação em Ambientes Virtuais" (http://prisma.cetac.up.pt/ ).
Programa:
Dia 26/06
(manhã)
- sessão de abertura
- keynote speakers: Roberto Carneiro (Univ. Católica) e Pathfinder Linden (Linden Labs)
(tarde
- sessão paralela 1
- sessão paralela 2
Dia 27/06
(manhã)
- sessão temática "SL e media" – moderação: Paulo Frias (Univ.Porto)
- sessão paralela 3
(tarde) (em paralelo)
- sessão temática "SL e Educação" – moderação: Pathfinder Linden (Linden Labs)
- sessão temática "SL e Negócio" – moderação: Luís Sequeira (Beta Technologies)
- sessão de encerramento
Dia 28/06
Workshops: "[Quase] tudo o que sempre quis saber sobre o Second Life e tinha medo de perguntar"
- bê-à-bá do SL;
- Programação em Linden Scripting Language;
- Introdução à construção em SL.
Comissão Científica:
António Moreira - UA (Portugal)
Carlos Santos – UA (Portugal)
Fernando Costa - FPCE - UL (Portugal)
Fernando Ramos - UA (Portugal)
João Mattar - Univ. Anhembi Morumbi (Brasil)
Leonel Morgado - UTAD (Portugal)
Luís Pedro - UA (Portugal)
Nelson Zagalo – UM (Portugal)
Óscar Mealha – UA (Portugal)
Paulo Frias – UP (Portugal)
Pedro Almeida - UA (Portugal)
Teresa Bettencourt - UA (Portugal)
Comissão Organizadora:
Ana Carla Amaro
Carlos Santos
João Lima
Luís Pedro
Luís Sequeira
Olga Cação
Pedro Almeida
Rui Raposo
Teresa Bettencourt
Inscrição:
Conferência - 2 dias
Geral: 125€ | Estudantes: 50€
(depois de 30 de Maio + 25€)
Workshops (cada manhã ou tarde)
Geral: 40€ | Estudantes: 25€
(actas, almoços e coffee breaks incluídos)
Mais informação e detalhes sobre as sessões quinzenais de esclarecimento e discussão em: http://cefsl.blogs.ca.ua.pt
Secretariado: Carla Sousa: cefsl@ca.ua.pt
Organização:
Univ. Aveiro - Dep. De Comunicação e Arte
Cetac.Media
quarta-feira, 5 de março de 2008
Uma imagem vale por mil palavras…

No início de cada ano lectivo, ainda muito jovem, não descansava enquanto não percorria de lés-a-lés todas as páginas de todos os manuais escolares. Adorava olhar para as imagens, ler as legendas...
A imagem teve e terá, pois, um valor e uma importância relevante em contextos de aprendizagem. Tal como eu, muitos outros alunos, com um estilo de aprendizagem predominantemente visual e cinestésico, valorizavam a imagem para apreenderem os conteúdos.
A propósito da "imagem", recordo com imensa felicidade um dos mais belos e agradáveis momentos da minha vida...
A Mona Lisa ou Gioconda de Leonardo da Vinci, entre muitas outras telas e esculturas, sempre exerceu sobre mim um misterioso fascínio. Os manuais de História, de Francês, Inglês, Português faziam questão de reproduzir esta imagem... Recorda-se?!
Pois bem, logo que tive a oportunidade, fui ao encontro do "sorriso" sedutor e mais famoso do mundo, no Museu do Louvre, em Paris. Não explicarei aqui o êxtase e a felicidade indescritíveis daquele momento....
Apenas deixo esta nota para demonstrar o quanto uma imagem pode significar para quem a vê. Se pensarmos que cada imagem contém dois elementos: o denotativo e o conotativo, facilmente percebemos a quantidade de informação que uma imagem pode transportar.
Imagine, agora, esta imagem num formato "gigante", num quadro interactivo, sobre a qual poderá fazer anotações diante dos alunos; os alunos, eles próprios, poderem escrever adjectivos que melhor caracterizem os seus sentimentos e sensações evocadas por aquela imagem... Mais ainda, como o poder evocativo da imagem é ilimitado, cada aluno, de acordo com a sua experiência e contexto, pode apresentar o seu ponto de vista, a sua perspectiva sobre o que chega até ele. As interacções, a partilha e o debate devem ser privilegiados! Esta interacção cinestésica e visual com a imagem reforça a compreensão e a memorizaçao! E, no fim, guarda-se tudo...
A colega Maria Inês Conceição relata a sua experiência sobre a exploração da imagem em contexto de ensino e aprendizagem, no 1º Ciclo:
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O contexto da sala de aula mudou.
Qualquer um, naturalmente, diria isto ao entrar na minha sala de aula e ao ficar deslumbrado com o equipamento tecnológico lá existente – computador ligado à Internet, impressora multifunções, vídeoprojector, quadro interactivo ACTIVboard, leitor de CD e máquina fotográfica digital. Nada mal!... Para uma sala do 1º Ciclo, em Castelo de Paiva!
Também eu me deslumbro dentro daquelas quatro paredes, já não tanto com o equipamento, mas com o ambiente participativo e dinâmico que envolve as actividades, muito decorrente do uso dessas mesmas tecnologias.
Vejamos um exemplo.
Na semana passada, a partir da leitura do II capítulo, do livro, “A Floresta” de Sophia de Mello Breyner, foi proposto à turma o seguinte desafio: seleccionar, no texto, contextos susceptíveis de serem explorados matematicamente, isto é, teriam que inventar situações problemáticas.
Decorrida a actividade, em grupo, a turma dá conta que houve um conteúdo (o tempo – horas, minutos) que, apesar de já as saberem, não o conseguiram explorar, de acordo com a proposta. O objectivo de saber ler as horas tinha sido atingido, mas a competência de as saber usar ainda não.
Não demorou muito para que a turma se lembrasse de quatro flipcharts do ano passado: Medir o tempo I, II, III e IV (disponíveis em Glossário – Partilha de Recursos http://www.interactportugal.com/) para a necessária revisão e reforço da matéria.
Impossibilitados de aceder ao Q.I., por falta de lâmpada no vídeoprojector, desencadearam-se outras acções: copiámos os referidos flipcharts para o ambiente de trabalho e depois cada aluno munido de pen ou CD dirigiu-se ao computador e copiou-os, levando para casa (TPC? Não, de maneira alguma!). No dia seguinte, relembravam os flipcharts, as imagens, as propostas, as situações com um entusiasmo contagiante!
Tudo estava tão presente!... Houve uma economia de tempo, facilitou-se a compreensão e acelerou-se a aprendizagem!
É este ambiente que me deslumbra, que me motiva, levando-me a questionar e reflectir sobre o impacto que ambientes informatizados, com ferramentas de grande potencial como os quadros interactivos têm para a aprendizagem e conhecimento do aluno, dentro de uma perspectiva construtivista.
Relembrando a relação entre aprendizagem e processos cognitivos, à luz da teoria de Piaget, saliento o quão importante se tornam, nestes ambientes, as imagens e as acções dos alunos.
A criança, no 1º Ciclo, apresenta uma atenção pouco estável, daí o uso da imagem poder ajudar a captar essa mesma atenção.
É reconhecido que o recurso à imagem facilita a aprendizagem da leitura e escrita, assim como da matemática. A imagem, na sua função estética, com cor, rompe com a monotonia, dando mais criatividade a uma mensagem (ex.: um texto ilustrado e colorido é mais apelativo esteticamente). Se o professor, após ou durante uma explicação, apresentar uma imagem, esta permite um reforço perceptivo, facilitando a compreensão e a memorização de vários aspectos que passariam despercebidos com uma explicação essencialmente oral. Nunca esquecendo a capacidade de memorização visual que têm as crianças desta faixa etária! (Um flipchart colorido, atractivo, estético os alunos não o esquecem mais!).
Ainda valorizando o poder da imagem, no 1º Ciclo, a sua utilização gera atitudes de participação activa, diálogo, comunicação com os outros e fomenta a cooperação entre os alunos.
Quando se tem, dentro da sala de aula, um quadro interactivo onde se pode desfrutar desse colorido de imagem, onde se tem a facilidade de ampliar, facilitando a visualização de detalhes, onde o próprio escurecimento da sala permite concentrar a atenção, do aluno, no quadro, onde se tem a facilidade de manipulação no sentido de voltar atrás ou parar na imagem pretendida, onde os flipcharts servem como ponto de referência a uma aprendizagem, então reúnem-se excelentes condições para uma melhor integração da aprendizagem, aumento da compreensão e retenção da informação essenciais para a sua progressão na escolaridade.
E se a este recurso à imagem lhe podermos agregar música e um dinamismo obtido através de manipulação directa sobre as imagens que se apresentam no quadro interactivo?!
A importância da acção e dinamismo que os quadros interactivos tão bem proporcionam ficam para outra abordagem…
Para terminar não pretendo deixar “a imagem” de que os ambientes informatizados, por si só, garantem a construção do conhecimento. O mais importante é que o professor tire o maior proveito do potencial destes equipamentos, no sentido de estimular a aprendizagem e a interactividade, integrando metodologias dinâmicas e colaborativas.
Maria Inês Conceição
EB1nº2 de Castelo de Paiva
9 de Fevereiro 2008
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Watch the difference - O Poder da Observação
Explorar esta actividade com os nossos alunos, com o auxílio do quadro interactivo, é também possível, recorrendo a sítios na Internet. Estes exercícios de treino da observação atenta e de concentração, com objectivos bem definidos e enquadrados nas actividades lectivas, pode ter resultados positivos.
Hoje, temos três proposta interessantes para si:
Belos desenhos coloridos para crianças e sonsterça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Revista Ludomedia para os PALOP
- Por cada revista adquirida, oferece outro exemplar para uma escola dos PALOP.
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Afinal, onde está a interactividade?

Quase dois anos passados a pensar, a reflectir, a analisar conteúdos produzidos pelos professores do Projecto “Interact – quadro interactivo nas salas de aula”, desde o pré-escolar ao ensino secundário, nas várias disciplinas, na plataforma moodle Interact Portugal, ocorre-me lançar algumas questões sobre as quais devemos debruçar-nos para investigação e acção futuras.
No âmbito deste projecto que promove a adopção de uma tecnologia inovadora no ambiente de sala de aula – o quadro interactivo –, acoplada a duas outras mais ou menos conhecidas e utilizadas pelos professores, com maior ou menor regularidade, tivemos em conta, desde logo, o conceito de “interactividade”. Embora, na nossa mente, estivesse obviamente a interacção associada à relação entre o professor e a máquina (quadro, videoprojector, computadores e interfaces gráficos), não descurámos a abrangência desta noção à relação entre as pessoas, neste caso, entre os próprios professores e entre estes e os seus alunos.
Neste sentido, temos várias vertentes de análise quanto a este conceito de interactividade e das suas múltiplas implicações:
- como construo os meus conteúdos, de modo a promover a interactividade dos alunos com o “objecto de aprendizagem”?
- que vantagens obtenho, se os conteúdos fomentarem a interactividade?
- a interactividade, privilegiando os estilos de aprendizagem cinestésico, visual e auditivo, promovem com mais eficácia as aprendizagens?
- que competências ou recursos preciso de adquirir ou desenvolver para alcançar um maior nível de confiança na promoção das interacções, seja para a construção de conteúdos seja para desenvolver um trabalho e relações mais colaborativas?
- tendo em conta que um maior ou menor grau de interacção requer ritmos e tempos diferentes, que mudanças podem ou devem ser realizadas nos currículos e nos programas das várias disciplinas e ciclos de ensino?
- que período de tempo necessito para me adaptar à tecnologia e às diferentes ferramentas de produtividade pessoal (ACTIVstudio, ACTIVprimary, entre outras…), baseado no conceito da curva de aprendizagem, de modo a tirar, com sucesso, o maior partido das mesmas?
- quando construo um “objecto de aprendizagem”, como ou com base em que critérios escolho os textos, as imagens, as animações, o áudio, o vídeo, a cor; o movimento, os gráficos, os tamanhos e tipos de letra, a disposição dos objectos na interface?
- Quando associo uma imagem a um texto ou vice-versa, que informação pretendo veicular e que resultados espero obter na construção do conhecimento dos alunos, sem incorrer no risco de aumentar a carga cognitiva?
- tenho eu a noção clara que, dos níveis de interacção alcançados entre mim e os meus alunos, entre eles próprios e entre nós e as tecnologias poderemos construir mais conhecimento, criar relações mais sólidas, desenvolver mais competências e, consequentemente, atingir um maior sucesso?
- as Comunidades de Prática (CdP) virtuais, como a rede INTERACTiC 2.0 – Escola com TiC Social, no qual, como conclui José L. Rodrigues (2007) “o conceito central de aprendizagem se enriqueceu e tornou mais ubíquo, num processo de transformação que mudará também a própria concepção de educação – como parece inevitável nesta sociedade digital em que nos encontramos”, poderão facilitar e proporcionar-me o conhecimento e as competências de que necessito, através da minha interacção, da minha cooperação com outros membros, criando afectos e relações de confiança e sentimento de pertença?
E é olhando para cada um dos mais de 1000 flipcharts já produzidos neste Projecto que me deixo levar por todas estas questões inerentes à utilização destas Tecnologias na sala de aula.
Em breve, com o apetrechamento de salas de aula de escolas portuguesas com quadros interactivos, no âmbito do Plano Tecnológico da Educação, teremos um “tsunami” de questões, de problemas, de situações com as quais os professores poderão ter de se confrontar e às quais procurarão responder…
E, nós, estaremos aqui para ajudar! Afinal, estamos aqui para interagir…
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Referência
Rodríguez, José L. (2007). Como as comunidades virtuais de prática e de aprendizagem podem transformar a nossa concepção de educação. Texto da conferência proferida na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, a 31 de Maio de 2007. Sísifo. Revista de Ciências da Educação, 3, pp. 117-124. Consultado em [Janeiro, 2008] em http://sisifo.fpce.ul.pt






